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Um dia me disseram que para eu ser sábio, deveria decorar todo o dicionário. Ao invés de decorar, criei o meu dicionário, com poucas palavras... Fiz um resumo das palavras que poderiam me ajudar, tais como: "Força, fé e determinação". Deixei de fora uma que não consegui aprender, não entendia como ela poderia fazer parte do MEU dicionário... A tal palavra era "desistir". Não aprendi a usar essa palavra, ela não combina com o meu dicionário. E por mais que tentem me fazer acreditar nessa palavra, eu contrario a todos e digo que não, EU NÃO VOU desistir! 

Não confunda derrotas com fracasso nem vitórias com sucesso. Na vida de um campeão sempre haverá algumas derrotas, assim como na vida de um perdedor sempre haverá vitórias. A diferença é que, enquanto os campeões crescem nas derrotas, os perdedores se acomodam nas vitórias.

O homem vitorioso vence a guerra antes mesmo de ir, a qual o derrotado perde a guerra antes mesmo de lutar. Quem espera sem temer não teme a derrota, porque sabe que, sendo herói ou perdedor, sempre irá vencer. 

A vida é o campo experimental onde cada um vence ou é derrotado; mas é também, o cenário onde o espírito se tempera verdadeiramente e onde, pouco a pouco, com grande vontade e entusiasmo, vai se lavrando um novo e elevado destino.

Lutar e ganhar todas as batalhas não é a suprema glória, a glória suprema é quebrar o adversário sem lutar. Enquanto isso não aconteça não existe vencidos nem vencedores.
A solidão, é uma prisão sem grades e sem muros que aprisiona não só o corpo, mas a alma também. Um homem marcado pelas facilidades da vida é envolvido em situações criminosas que o levam ao cárcere. A Justiça se faz e no espaço de oito metros quadrados de uma solitária, em meio a livros inspiradores, o apenado Henrique Alves não consegue encontrar o caminho para acender a luz da própria alma.

"Luz na Solidão" não é apenas uma história de blogueiro, é o depoimento marcante da trajetória transformadora de um líder, que revolucionou a si e ao sistema politico do Rio Grande do Norte, filho de cacique politico como Aluízio Alves IN MEMORIAM. um Homem que foi transferido do palácio das esplanadas para um setor penitenciário, criando ali um centro de práticas para  hoje  fazer companhia a outros presos.

As acusações
Na caneta do magistrado, os dispositivos legais e constitucionais assumem uma interpretação no mínimo controversa. Entretanto, considerando que a prisão cautelar de um ex- Presidente da Câmara dos deputados não deixa de envolver certos traumas, a prudência recomenda que se aguarde o julgamento pela Corte de Apelação antes de se extrair as consequências próprias da condenação.

Assim, poderá o ex-Ministro do turismo Henrique Alves apresentar a sua apelação em liberdade.

Discursos
Um Homem que prometia mudar o Rio Grande do Norte nos Tempos bons da história:
HENRIQUE ALVES Em discurso para milhares de pessoas na campanha de 2014, apresentou propostas ao fazer um relato da atual situação administrativa do estado.

“O importante é que o povo sabe a situação quase ingovernável que se encontra o estado. Durante muitos anos, nem Garibaldi, nem Wilma e nem a atual governadora, nenhum deles recebeu o estado com eu vou receber no dia 1º de janeiro.

As finanças fragilizadas, o orçamento comprometido e a capacidade de investir reduzida a 2%. Então, como resolver este estado? Quem promete resolver apenas com o orçamento do estado é para não cumprir.

E governador que ficar sozinho, isolado, choramingando, dizendo que o estado está quebrado, não vai resolver. Vai agravar. Sempre atendi todos os municípios do meu estado e todos os governos. Agora não vou ser mais essa articulação nem esse meio de campo. Serei atacante para marcar a favor do RN assim ele finalisava seus discursos”,

Depoimento
Uso como empréstimo as palavras do escritor Paulo Coelho "Eu sentei e chorei”,
O que há de medo, culpa e preconceito no depoimento de Henrique Alves à Justiça Federal de Brasília nesta segunda-feira, 6, é uma incógnita. Henrique Eduardo Alves sentou e chorou. Quem assistiu à inquirição do ex-presidente da Câmara dos Deputados ao juiz Valnisley de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília, relata perplexidade.

Todo o vigor de quem um dia foi presidente da República em exercício se traduziu em narrativa de tempos que não voltam mais e em sucessivos choros. A impressão das testemunhas é um relato paradoxal:
ora Henrique Eduardo Alves falava como se estivesse em um comício, historiando sua trajetória de luta no PMDB; ora se abatia em choro, que brotava em meio à tentativa de responder às perguntas do juiz.

Defesa:
A audiência girou por certo tempo em torno da conta no Merrill Lycnh, em Nova York, aberta em 2008 e na qual foram encontrados R$ 3 milhões de reais, depois transferidos para os Emirados Árabes e Uruguai. A acusação diz que foi dinheiro do petrolão. Alves contou que abriu em conta durante viagem com sua ex-esposa, Priscila Gimenez. Segundo seu relato, ele foi ao banco na 5ª Avenida sem avisar a ex e abriu a conta, por orientação de Eduardo Cunha, para utilizá-la como destino de recursos de disputa familiar.

Não soube explicar, contudo, como o dinheiro chegou e como atravessou o oceano Atlântico até os Emirados Árabes e o Uruguai. Henrique Eduardo Alves não respondeu às questões do Ministério Público Federal.

Alves ainda admitiu que recebeu dinheiro de Lúcio Funaro na eleição de 2014. “É verdade, ele trouxe [o dinheiro], não tem por que negar. Talvez de empresas que, em forma de doação, davam a minha campanha”, disse ele, sem especificar quais teriam sido as empresas que, em forma de doação, davam a minha campanha”. Ele negou, todavia, que os recursos fossem contrapartida pelo esquema de corrupção no qual é investigado.

Henrique é réu em ação na 10ª Vara Federal em Brasília, acusado de receber US$ 833 mil em 2011 em uma conta em um banco na Suíça. O dinheiro, de acordo com o Ministério Público, foi desviado do fundo de investimentos do FGTS, administrado pela Caixa. Além de Alves, são réus na mesma ação o corretor de valores Lúcio Funaro, que se tornou delator, e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) –que também depôs nesta segunda e negou ter recebido propina.

“Eu aguardei muito este momento para dizer: esta conta, nunca recebi sequer nenhuma referência, nenhuma extrato, nenhuma correspondência, nem a sua senha”, disse Alves ao juiz federal Vallisney Oliveira. “Foi aí [após as investigações] que descobrimos um depósito em um ano, em outro ano.

Completamente à minha revelia”, afirmou. O ex-ministro chorou quando falou de sua família, especialmente de seu pai, e disse que era o único deputado na Câmara eleito pelo Rio Grande do Norte, um Estado pequeno e pouco representado. O juiz pediu que Alves se acalmasse e bebesse água. “Desculpa, é a emoção”, respondeu.

Em manifestação no processo, a defesa de Alves já havia confirmado que ele abriu a conta no exterior, mas desistiu de movimentá-la devido a questões burocráticas. O ex-ministro não disse quem teria movimentado a conta em seu lugar. Em seguida, Alves foi indagado pelo procurador da República Anselmo Lopes, sobre suas relações com Cunha e Funaro, mas não quis responder às perguntas e ficou em silêncio.
A memórias póstumas do Estádio assassinado, craques, jogos e saudades do Machadão. É um relato sobre os anos dourados do estádio derrubado para que fosse construída a Arena das Dunas na copa do Mundo de 2014.

Inaugurado em 04 de junho de 1972, o Machadão, inicialmente batizado de Presidente Castelo Branco no auge da Ditadura, terminou por prestar justa homenagem ao jornalista João Machado, presidente da Federação de Futebol por 20 anos. Foram 39 anos como principal palco do esporte potiguar, onde pisaram os principais nomes do futebol brasileiro como o rei, Pelé e Zico, passando por Rivelino, Ademir da Guia, Tostão, Romário, Reinaldo, Júnior, Adílio, Dirceu Lopes, Samarone, Assis, Washington, Geovani, Bebeto, Sócrates e outros monstros sagrados. Além de ídolos locais como Alberi, Danilo Menezes, Hélcio Jacaré,Souza, Garcia, Hélio Show, Marinho Apolônio,Odilon, Sérgio Alves e Dedé de Dora.

A população sempre foi contrário à demolição, o que todos querem é reviver a época áurea do futebol potiguar, quando os clássicos entre ABC e América nos anos 1970 levavam até 50 mil pessoas ao estádio, conhecido como “Poema de Concreto” pela sua arquitetura ondulada. “O Machadão foi assassinado covardemente e a Copa do Mundo não rendeu qualquer benefício ao nosso Estado.

Ao contrário. O patrimônio público foi comprometido e a empresa donatária da arena – onde nunca pisei graças a Deus -, leva R$ 11 milhões todo mês por 20 anos, num Estado falido na segurança, saúde e com servidor recebendo arrasado”.


Quando se aproxima de uma eleição no Brasil, principalmente para os cobiçados cargos executivos. Muitos políticos começam engolir suas palavras e opiniões, sobre seu até então adversário, na busca de uma nova composição majoritária, para conquistar o poder. 

Entretanto, muitas destas coligações são chamadas de “água e óleo”. Já que mesmo juntas não se diluem no decorrer da campanha. Todavia, depois da conquista eleitoral, começam as picuinhas políticas, do disse-me-disse, ao passar do tempo tudo volta para o mesmo lugar, já que água e óleo não se misturam, nem mesmo depois dos conchavos políticos partidários.

Se aproxima de mais uma eleição estadual, para governo do RN. Todavia, começa aparecerem os salvadores da pátria para resolverem todas as demandas sociais administrativa no comando do Estado.

Porém, os norte-rio-grandenses já assistiram a esse filme político, nos dois últimos governos, Rosalba Ciarlini (2011/2014) e o atual governo de Robinson Faria.

No entanto, ambos os desgoverno chegaram a uma pífia desaprovação popular de mais 82% da população potiguar.

No entanto, Rosalba e Robinson têm algo incomum politicamente, como candidatos azarões ganharam o pleito de governador do RN de forma surpreendente, derrotando os candidatos favoritos, Iberê e Henrique.
Pacto Federativo, ou, como chamado atualmente, o Federalismo Fiscal, está definido na Constituição da República Federativa do Brasil (artigos 145 a 162), nos quais, entre outros temas, são definidas as competências tributárias dos entes da Federação, e os encargos ou serviços públicos pelos quais são responsáveis.

Clima de tensão e perplexidade. O pacto federativo é um tema complexo desde o seu nome. Não faz parte do vocabulário cotidiano da opinião pública brasileira, tampouco está presente nos grandes debates do país. No jornalismo, timidamente. Esse fenômeno é compreensível, pelo menos em alguma medida. Ocorre que se trata de um conceito constitucional que requer prévia e didática explicação. Não é palatável. Mas a dificuldade em compreendê-lo só não é maior do que a sua importância. É o pacto federativo que define as funções dos entes federados – União, estados e municípios – e a fonte que vai subsidiar tais responsabilidades. Em outras palavras: quem faz o que e de onde sai o dinheiro para pagar a conta.

A formatação desse instituto, como eu disse, tem origem constitucional. Gradativamente, vai sendo regulamentado por diversas legislações paralelas. No caso do Brasil, foi a Carta de 1988 que procurou estabelecer os parâmetros – e o fez com certo equilíbrio. Entretanto, diversas modificações foram sendo feitas ao longo do tempo, criando zonas de sombreamento, sobreposição, dúvida e até mesmo vácuo. Isto é, o emaranhado legislativo do país criou diversas confusões sobre os papéis dos entes federativos e, por consequência, da origem dos recursos para custear as atividades do aparato estatal, seja no âmbito municipal, estadual ou nacional.

O tema fica mais tangível com uma abordagem prática. Vejamos o caso de três das áreas mais essenciais do serviço público: saúde, educação e segurança. Em todas elas, a União, os estados e os municípios batem cabeça para definir responsabilidades e os respectivos financiamentos. Há funções essenciais que ficam descobertas. Noutros casos, parece haver duas esferas fazendo a mesma tarefa. Surgem ainda momentos em que as partes compartilham ou dividem atividades menores dentro de um contexto maior. Cada um faz um pouco. O resultado não pode ser outro que não um serviço público de má qualidade lá na ponta, para o contribuinte. Além de caro, é insuficiente.

Na saúde, o cidadão não sabe mais identificar responsabilidades. Só tem uma certeza: o atendimento está muito aquém de um conceito de dignidade humana, ressalvadas algumas ilhas de excelência. Na educação, as legislações conseguiram ser mais claras sobre os papeis, mas não dispuseram adequadamente sobre os recursos. Veja-se o caso do piso nacional do magistério. A origem da lei é federal, mas a obrigação de pagar afeta a todos os entes. E o diploma não diz de onde deve vir o dinheiro. O mesmo vale para o transporte escolar, cuja conta tem ficado com os municípios. Na segurança, embora as funções também estejam estabelecidas, cada dia mais as cidades estão tomando iniciativas, com ônus em seus cofres, para oferecer uma proteção mais assertiva à população. Os conselhos municipais de segurança, embora meritórios, mostram que as comunidades estão diante de uma distorção, e por isso ensaiam iniciativas próprias.

A mudança do pacto federativo é uma reforma que precisa estar na dinâmica de qualquer outra. A tributária, por exemplo, tem diversas implicações correlatas. É por ela que se definem a origem e a destinação do bolo tributário arrecadado, hoje excessivamente concentrado na União. A política, de igual modo. É o mecanismo que pode organizar melhor o papel dos entes federativos, especialmente para promover maior protagonismo das comunidades locais. São temas que o Congresso Nacional, historicamente, tem dificuldade para mexer, uma vez que desencadeiam uma série de interesses e resistências. Nessa batida, desde a Constituição, as contradições só têm aumentado.

O pacto federativo, portanto, discute a própria essência do país. Não pode estar subjugado à sua tecnicalidade. Nossa Federação foi ficando muito distante, cara, burocratizada, engessada e lenta. Desorganizou-se. É preciso virar esse jogo, especialmente dando mais autonomia de poder e recursos para os municípios. É ali, afinal, no chão das cidades, que a vida real acontece. E o Brasil, um país de forte diversidade comunitária, não pode continuar reforçando um poder central em detrimento aos demais que compõem a Federação. Reestudar esse acordo institucional é um passo decisivo para o futuro do país. Para os brasileiros.

A AGONIA DOS GESTORES MUNICIPAIS:
Na presença dos senadores e da bancada dos deputados federais potiguares, os prefeitos confessaram as "agonias" financeiras que atravessam as atuais administrações.

A reunião organizada pela FEMURN nesta segunda feira, serviu para evidenciar o "calvário" dos atuais gestores. Que na maioria dos casos, não conseguem pagar nem a folha salarial corrente.

A prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini disse: "A situação é muito difícil. Tem se tornado inviável administrarmos as cidades...O momento é de calamidade".

O prefeito de Patú Rivelino Câmara afirmou: "...Não estamos conseguindo pagar a folha; nossos fornecedores e nosso povo".

A crise econômica no âmbito nacional; associada a crise hídrica regional e a queda nas receitas do FPM. Tem levado as prefeituras à condição de risco administrativo.

Em Carnaubais por exemplo, a industria agrícola que gerava centenas de empregos em anos anteriores e ajudava na circulação do dinheiro no comércio. Fecheram as portas devido a falta d'agua para produção, causando um desemprego sem precedentes na cidade.

O Dr Thiago Meira como estratégia para aquecer o mercado local, tem feito um esforço incomum para manter a folha salarial dentro do mês. Além do investimento pesado em políticas de estado como saúde e educação.

A esperança dos prefeitos é um novo pacto federativo e uma reforma tributária. Para amenizar as pressões sobre os cofres municipais.
O jornalista Cassiano Arruda, na coluna Roda Viva, do Novo Jornal, na edição do último dia 12, fez uma nota sobre a posse do vice-governador Fábio Dantas no comando da máquina pública estadual, por ocasião da viagem do governador Robinson Faria à Roma, na Itália. Cassiano finaliza a nota com a seguinte observação: “Administração do Exmo. Sr. Dr. Fábio Berckmans Veras Dantas”.

Talvez acreditando que nada pudesse vir a acontecer no curto período em que Fábio Dantas estivesse a frente do Governo do Estado, o jornalista, no meu entendimento, se precipitou quando nas entrelinhas parece querer minimizar a presença de Fábio Dantas no comando do Governo.

Político com apenas dois mandatos eletivos, deputado estadual e vice-governador, Fábio Dantas vem fazendo escola no cenário político potiguar. Responsável pelo encaminhamento de importantes projetos de lei à Assembleia Legislativa, todos voltados para o equilíbrio da máquina pública, a “Administração do Exmo. Sr. Dr. Fábio Berckmans Veras Dantas”, além de fazer história deixa nas mãos dos deputados representantes do povo do RN, alternativas viáveis para que o Estado vença a crise e descortine novos horizontes em favor do crescimento econômico e social.

Portanto, superando algumas expectativas, em entrevista publicada na Tribuna do Norte, na edição deste domingo (22), http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sem-o-pacote-fiscal-crise-do-estado-fica-mais-grave/395300 o vice-governador Fábio Dantas comenta sobre o impacto dos projetos de lei encaminhados à Assembleia Legislativa – quando no exercício do governo, enfatizando que os benefícios que possam ter início nos próximos meses só vão alcançar plenitude nos governos futuros. Vale a pena conferir a entrevista.
Uma grave tragédia, já anunciada, caminha em direção ao seu ponto culminante. A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, o maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, com capacidade para armazenar 2,4 bilhões de metros cúbicos do precioso líquido, pode chegar ao seu volume morto até o final do mês de dezembro deste ano, conforme estudos de técnicos especializados no assunto. Diante de uma situação tão crítica, não existe previsão de uma estação invernosa que possa, dentro da quadra chuvosa que se estabelece anualmente na região Nordeste, vir a reverter o quadro.

O sonho de centenas de milhares de potiguares, em ver a chegada das águas do Rio São Francisco, em fase de transposição e que já chegou ao vizinho estado da Paraíba, não se tornará realidade para o Rio Grande do Norte antes que a ‘Barragem de Açu’ – na realidade localizada no município de Itajá -, possa ter mais de 90% do seu solo estorricado pela escassez d’água. Ela que abastece a região do ‘Baixo-Açu’, parte do Seridó e Sertão do estado, aos poucos vem tendo sua vazão diminuída, controlada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), responsável pelo seu gerenciamento.

Nos dias atuais, percorre o RN, a Caravana das Águas, capitaneada pela senadora Fátima Bezerra, as bancadas de deputados federais e estaduais do Estado, além de técnicos do Ministério da Integração Regional, Ministério do Meio Ambiente e Agência Nacional das Águas (ANA), propalando a retomada das obras de transposição das águas do Rio São Francisco com a construção do eixo-norte e que estava parada desde o ano de 2016. Bem preciso citar que se aproxima mais um ano de eleições gerais no país e, a exemplo de outras épocas, o discurso é o mesmo.

Inaugurada no ano de 1983, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, responsável por abastecer mais de 40 cidades e fomentar a economia na região através do sistema irrigado de terras, já teve de protagonizar verdadeiro espetáculo quando de suas sangrias que, arrastaram para a região milhares de turistas de todo o Nordeste para assistir àquele divino espetáculo da natureza. No grande lago, o que representava 100% de água com boa qualidade para consumo, hoje se acomoda menos de 15% de sua capacidade. Muito pouco ainda se faz para pelo menos minimizar essa situação quando dezembro chegar.

Senadora Fátima Bezerra diz que governo Temer se comprometeu com a conclusão da transposição das águas do São Francisco No início deste mês, audiências públicas foram realizadas nas cidades de Apodi e Assu para, justamente discutir a problemática da transposição das águas do Rio Francisco que já chega às cidades de Monteiro e Campina Grande na Paraíba. Já são 95% das obras concluídas e o pouco que falta faria com que o canal chegasse ao Rio Grande do Norte e Ceará em sua plenitude.

A senadora Fátima Bezerra (PT/RN), presidente do Comitê Regional de Desenvolvimento, fez uma breve apresentação do projeto técnico de construção do Eixo Norte da transposição do rio e o orçamento necessário para que estas obras estivessem prontas até meados do próximo ano. São cerca de 2,1 bilhões a serem investidos. Na região, principalmente no Vale do Açu, o momento é de muita expectativa, haja vista esse movimento somente agora, faltando um ano para as eleições, ser colocado em evidência. Enquanto isso, o pouco que resta das águas da barragem Armando Ribeiro é consumido pela população, a conta-gotas e evaporada pela ação causticante do astro rei do universo, o sol. Abaixo segue alguns trechos da fala da senadora Fátima Bezerra.

“É importante a construção desse ramal e ainda a desobstrução do Rio Assu/Piranhas que está assoreado. É fundamental a mobilização de todos os segmentos para, primeiro, a conclusão das obras de transposição do São Francisco”.

“O governo Temer assumiu compromisso e a luta agora é pela publicação do processo de licitação previsto para o primeiro semestre de 2018. Resolvido todo esse processo burocrático, as obras poderão ser imediatamente iniciadas” “Luto aqui por uma coisa essencial que é o acesso à água. E esse é o meu papel como senadora da república.

Não podemos deixar inconclusa uma obra como a do São Francisco, sonhada por nós, durante mais de um século e cuja realidade só foi possível a partir do Governo Lula”. Deputado Fernando Mineiro Critica gestão do RN por se achar ausente na discussão de um assunto tão grave O deputado estadual Fernando Mineiro (PT), ex-aliado do governador Robinson Faria (PSD), agora no seu lado opositor reclama com veemência a ausência da administração pública estadual e também municipal nessa luta que seria não só a redenção de um povo que se vê atormentado pela sede, mas também a saída para sua convivência com a escassez d’água na região que é um fenômeno da natureza.

“O Governo do estado não está engajado na luta, historicamente até agora, porque não preparou o Rio Grande do Norte receber as águas. E é preciso ser cobrado dos municípios e do estado, que façam a sua parte”. “É a questão do saneamento, da drenagem, desobstruir as partes por onde as águas vão passar. Por exemplo, na Paraíba, as águas chegaram a Monteiro mas passaram mais de 30 dias para chegar a Campina Grande por que o leito do rio estava assoreado”.

“A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte também está unida em torno desse projeto, inclusive com uma audiência pública realizada, e acompanha o desenrolar dos acontecimentos”.
Ver o mundo é um ato dicotômico. É necessário trazer de modo latente verdades fundantes princípios, ao receber impulsos, gerar conhecimento. Sendo, portanto, o conhecimento produto tanto do meio externo quanto do egoístico. Faz-se mister dizer isto pelo fato de existir verdades absolutas, mas verdades que provêm de um mesmo fato, o que demonstra a importância de aferir fontes, quem deveria está por traz das lentes em busca de contextos e significados para alcançar a racionalização está aparecendo mais naquilo que se publica.

É necessário, porém, remover os antolhos que embaçam as lentes e limitam a visão para não dar espaço à ignorância expressa, pois a ignorância é inevitável no que diz respeito à limitação do ser, mas, no que se deseja expor, o ignorante se configura como indivíduo que não quer enxergar, reproduzindo palpites quando, na verdade, não possui domínio do assunto que expõe. Salienta-se que tal fato não restringe o direito que possui de expressar o que pensa, mas evidencia a inobservância de aspectos básicos para a formulação das ideias e interesses próprios.

Isso é um mal da profissão:
observamos gestos, diálogos, expressões faciais e qualquer tipo de situação que esteja acontecendo ou possa a surgir. É assim que conseguimos nossos registros: através de muita percepção. Depois de uma bateria de imagens, resolvi fazer alguns registros. Estilo ou tendência, os blogueiros fotografado se tornaram protagonista seria pessoas que deveriam estarem restrito a quatro paredes e por trás das lentes.

As postagens destes blogueiros com tantas imagens conseguem transmitir um ego  é o que se vê pelas redes sociais, cada vez mais, fotos de um cotidiano à sua maneira.  que vem despertando a paixão pela arte em que faz ou admira a fotografia. 
Afinal, viver dentro de si, cercado por verdades que imperam e regem tão somente o universo particular é demasiado mecânico e artificial, reflexo de que os óculos estão nublando o sentido e de que há verdades muitas sendo deixadas de lado talvez pela falta de pontos de vista.

Por trás das lentes embaçadas, vê-se um mundo desfocado, repleto de verdades únicas e incontestáveis. Com uma visão que parte de pontos de vista diversos, este ensaio analisa a importância da busca pelo saber e sua influência sobre a realidade que se enxerga.
Seja otimista, sempre! Aproveite mais o aqui e agora! Pare de se aborrecer com as picuinhas da vida! Parece tão simples, né? E é!
Seja esperto e elimine toda tristeza e toda negatividade do seu viver. Viva o presente! Permaneça no momento presente, sempre! Quem é ansioso nunca está no presente, está no futuro. E quem é rancoroso raramente está no aqui e no agora. Prefere ficar lá no passado, onde nenhuma vírgula pode ser mudada se o perdão não for praticado! Sabia que o ódio pode ser uma forma estranha de amar, viu?
E viver no aqui e no agora é aproveitar a vida, É fazer valer a pena a passagem por esse mundo.

Nunca mais perca seu precioso tempo se perdendo com preocupações desnecessárias. Se tiver que ser como um imã, prefira atrair para si somente coisas boas. Xô pra lá com toda carga de energia negativa que algumas pessoas querem compartilhar, tá? Se tiver que ter problemas, tenha-os pra valer! E que sejam seus e não dos outros. Que sejam problemas de verdade e não imaginários, ok?
Livre-se das fofocas! Pare de se deixar envenenar e viva mais na serenidade, na paz, no amor. Sintonize a sua vida com pessoas positivas!
Nunca exploda! Nunca! Mas para que isso não ocorra você precisa tomar algumas atitudes e até já sabe, né? Tomar bastante água, ter uma alimentação saudável, praticar atividade física, andar descalço pisando na terra, estar mais perto da natureza.... Sabia que o simples e gostoso hábito de cuidar de um vaso de flores ou de um animal de estimação acalma a sua alma e abra o seu canal de alegria?
Pois hoje, você procure ir a lugares onde nunca foi e a fazer novas amizades, ok?
Tenha uma atitude com você mesmo! Esteja mais as coisas que possam atrair o melhor pra você! Fique mais centrado com a sua vida! Decida-se pelo melhor!
Você é um ser abençoado e tem o privilégio de estar vivo e de estar exatamente onde está, fazendo o que faz! Perceba quanta gente boa está na sua vida! A alegria e a felicidade estão bem pertinho de você, viu? 
As condutas violentas letais intencionais, genericamente ditas como homicídios, são os principais indicadores utilizados para aferir a violência, e como tal, mensuram também se as estratégias de segurança, sejam elas políticas públicas de segurança ou políticas de segurança pública, tem surtido resultado e atingido o êxito para o qual foram criadas. 

Desde 2016 que o RN vem apresentado crescimento contínuo e significativo em sua dinâmica de CVLIs, e neste oitavo mês marcou mais um índice notório: 1.647 vidas perdidas no transcurso de 243 dias de 2017, e sem mostras de redução, segundo o OBVIO Observatório da Violência do Rio Grande do Norte, Grupo de Pesquisa da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

Agosto não só marcou o período anual de 2017 como também foi o mês mais violento da história do Rio Grande do Norte, foram 226 mortes, marcando também a gestão executiva estadual como o mês mais violento da atual administração.

Nós vivemos num mundo de pessoas estressadas, que por qualquer coisa, às vezes até insignificante, estão prontas para agredir com palavras duras, PELAS REDES SOCIAIS; isso quando já não partem para a agressão física. E não são só os adultos que agem assim. As crianças de hoje, por qualquer coisa banal estão se agredindo verbalmente e fisicamente, com socos e pontapés.

Sou Jornalista Radialista locutor animador e diretor de programação Com registro profissional TRT-1899 desde dos 19 anos e tenho observado que a cada ano que passa, o problema da agressividade e dos palavrões tem aumentado consideravelmente entre as crianças que convivem com a "cultura da violência", seja ela verbal ou fisicamente, na rua, na escola, ou na própria família. E a televisão, juntos com a internet, com certeza dá a sua grande parcela de contribuição, para que essa situação se agrave cada vez mais.

Mas agora, falando para nós, que somos cristãos, que deveríamos ser o "sal da terra" ou o "perfume suave", quantas vezes já fomos indelicados, estúpidos, grosseiros, usando palavras que feriram corações e causaram tristeza e desânimo para aqueles que estariam precisando de bálsamo para a alma? Estamos tão acostumados com notícias de violências, que já nem nos impressionam mais, quando crianças, jovens e velhos são vítimas dessa onda avassaladora que atingem a todos.

Mas poucos ficam sabendo sobre a violência silenciosa que atinge as famílias, destruindo os relacionamentos de seus membros, quando deveria reinar a paz, a solidariedade, a compreensão, o amor e a felicidade! É em nosso lar, que mostramos quem realmente nós somos, o nosso verdadeiro rosto, sem fingimento, sem máscaras! Estou sendo delicado com a família, nos momentos em que os ânimos estão alterados e as emoções descontroladas ou estou colocando mais "lenha na fogueira"? Estou dando respostas dura, usando palavras indelicadas, com tom de voz agressivo, que até os anjos se retiram de nossas casas, para não terem que ouví-la ?

"As palavras bondosas são como o mel: doce para a alma e saúde para o corpo". Provérbios 16: 24.
Estamos usando palavras como: "muito obrigado"; "por favor", "seria possível", "me dá licença", "que comida gostosa que você fez querida","como você está linda (o)", e a palavra que deixa qualquer um nas nuvens "eu te amo"! A nossa vida não seria muito melhor e mais feliz se usássemos todos os dias, em nosso local de trabalho e principalmente em nosso lar, essas palavrinhas mágicas? Deus nos deixou conselhos maravilhosos em sua Palavra, e um deles nós encontramos em Provérbios 15: 23: "Saber dar uma resposta é uma alegria; como é boa a palavra certa na hora certa"! Quantos corações não seriam feridos e machucados se seguíssemos esse conselho divino! Devemos pensar muito ao abrir a nossa boca para dar respostas, ou dizer alguma coisa que irão causar tristezas, ódios, desavenças, brigas, separações e trevas para o caminho daqueles que talvez já seja cheio de espinhos, pelas circunstâncias da vida! Você tem revidado palavras duras com a mesma moeda? Você tem ficado irado, sem controle de suas emoções, no local de trabalho, com seus amigos ou mesmo em sua casa? Não se estresse, pois "Quando o tolo é ofendido, logo todos ficam sabendo, quem é prudente faz de conta que não foi insultado".

Provérbios 12: 16. Meu querido amigo e amiga, que a nossa boca possa ser "um manancial de vida" (Prov. 10: 11), para todos aqueles que convivem conosco ou para aqueles que apenas cruzarem o nosso caminho! Provérbios 15: 1.

Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão do mundo”.

O ponto de vista que alguém sustenta acerca dos diversos assuntos que lhe são desafiados a opinar está diretamente vinculado à posição que ele ou ela ocupa no campo social. Ponto de vista tem a ver com lugar de fala; e, se estamos posicionados em lugares diferentes, por suposto termos opiniões distintas a respeito das mesmas questões.

Ao referirmo-nos a campo social, subjazem condicionantes como história de vida, experiências sociais, individuais e psicológicas relevantes e o modo de lidar com elas, a cultura, a religião e a tradição onde estamos imersos, a classe socioeconômica e a geração de onde provimos, que demarcam necessariamente nosso juízo. Não se é lícito cobrar neutralidade de alguém na medida em que a condição humana é hermenêutica: 

inarredavelmente, a interpretação recebe influxos da experiência. O fato de nenhuma opinião ser idêntica a outra pelo simples fato de nenhuma posição social ser inteiramente coincidente com outra é a razão da diferença e da divergência que compõem essencialmente o pluralismo das democracias modernas.

A diferença e a divergência, todavia, não inviabilizam a comunicação intersubjetiva, pois, a partir de um pano de fundo compartilhado de significados, nos é alcançável a concórdia em meio à controvérsia. Mas, para que o consenso aconteça, é necessário que todos esses pontos de vista singulares sejam levados devidamente em conta. 
" Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e empresas, porque ela traz progresso. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.

É nas crises que nascem as inversões, os descobrimentos e as grandes estrategia. Quem supera a crise supera a si mesmo sem ficar superado. Quem atribui a ela seus fracassos e suas penúria violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise, não há mérito. é nela que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promove-la, e cala-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para supera-la"

Eu nunca acreditei na inveja, pois para mim jamais fizera sentido alguém sentir inveja de mim, nada tenho a oferece, não sou rico.. apenas trabalho para sobreviver.

Após um tempo, fui obrigado a acreditar que a inveja existi sim, e que algumas pessoas não precisam de que você seja rico para lhe invejar, bastam-lhes ser somente como SOS. Qualidades, colocar a mãos nas coisas e dar certo causa inveja em quem não sabe lutar, crescer dói, pois quando criança não enxergamos a maldade, a falsidade no coração das pessoas, crescer nos mostra que tem mais gente empenhada em nos destruir de alguma forma que nos ajudar, o mais intrigante é que quem sente inveja de você se diz invejado por alguém, ou até mesmo por você.

A inveja cega tanto quem a sente que o faz amargo, rancoroso, desconfiado, pois assim como ele, na cabeça dele todos podem ser traiçoeiros, todos podem querer seu mal, a pessoa invejosa se faz de vítima, quer ser digna de pena e atenção, é insegura, por não saber lutar só se alimenta de quer puxar tapetes a todo custo, geralmente não conseguem, porque todo invejoso escolhe as pessoas mais fortes espiritalmente para tentar derrubar.

Durante esta minha análise sobre a real existência da inveja vi que há variados graus desta, hora fraca, geralmente vem daqueles que estão por perto, estes a sentem e não percebem. A moderada, a pessoa sabe que a sente, mas tenta contornar, e por fim a forte.. essa é a que mais vejo, e foi citada acima.. triste realidade, essas pessoas acabam dedicando sua vida apenas a destruir, e de graça.. essas pessoas me lembrou o Dick Vigarista do desenho A Corrida Maluca.

O Dick passava mais tempo tentando prejudicar os oponentes que de fato tentando vencer a corrida. É cliché, mas quanto mais distância puder tomar de pessoas como essas, melhor!!!
Você já deve ter cruzado na rua com pessoas “doidas” falando sem parar ou resmungando consigo mesmas. Isso não tem nada de diferente do que acontece com você e com outras pessoas “normais”, exceto que vocês não falam alto. A voz comenta, especula, julga, compara, desculpa, gosta, desgosta, etc. A voz não precisa ser relevante para a situação do momento, pois ela pode estar revivendo o passado recente ou remoto, ou ensaiando, ou imaginando possíveis situações futuras. Neste último caso, ela imagina sempre as coisas indo mal e com resultados desfavoráveis. É o que se chama de preocupação. Às vezes, essa trilha sonora é acompanhada de imagens ou “filmes mentais”.

Mesmo que tenha alguma relação com o momento, a voz será interpretada em termos do passado. Isso acontece porque a voz pertence à mente condicionada, que é o resultado de toda a nossa história passada, bem como dos valores culturais coletivos que herdamos. Assim, vemos e julgamos o presente com os olhos do passado e construímos uma imagem totalmente distorcida. Não é raro que a voz se torne o pior inimigo de nós mesmos. Muitas pessoas vivem com um torturador em suas cabeças, que as ataca e pune sem parar, drenando sua energia vital. Essa é a causa de muita angústia e infelicidade, assim como de doenças.

VOCÊ NÃO É A SUA MENTE:
Boa notícia é que podemos nos libertar de nossas mentes. Essa é a única libertação verdadeira. Dê o primeiro passo nesse exato momento. Comece a prestar atenção ao que a voz diz, principalmente a padrões repetitivos de pensamento, aquelas velhas trilhas sonoras que você escuta dentro da sua cabeça há anos. É isso que quero dizer como “observar o pensador”. É um outro modo de dizer o seguinte: ouça a voz dentro da sua cabeça, esteja lá presente, como uma testemunha. Seja imparcial ao ouvir a voz, não julgue nada. Não julgue ou condene o que você ouve, porque fazer isso significaria que a mesma voz acabou de voltar pela porta dos fundos. Você logo perceberá: lá está a voz e aqui estou eu, ouvindo-a e observando-a. Sentir a própria presença não é um pensamento, é algo que surge de um ponto além da mente.
Quando criança eu tinha a mania de me sentir sempre injustiçado. Por um ou outro motivo, não me tinham feito justiça, sem perceber que, para mim, a “injustiça” era sempre qualquer restrição feita aos meus desejos, fantasias e vontades.

E invariavelmente arrebentava em lágrimas de protesto.

Um dia papai me chamou e disse:
Meu filho, vamos combinar uma coisa. Você sabe que papai não gosta de ver você triste, não é? Então nós vamos fazer o seguinte: cada vez que você chorar, escreva num papel a causa. Coloque o papel no vaso azul, ali, sobre a escrivaninha. Deixe passar alguns dias e leia-o. Se achar que o assunto ainda o está aborrecendo, venha a mim, conte-me o caso e eu lhe prometo que corrigirei a injustiça que tiverem feito contra você. Combinado?

Estava combinado. Nos primeiros dias eu enchi o vaso azul de anotações. Passadas no preto e branco, minhas queixas me pareciam perfeitamente justificadas.

Passaram-se os dias e meu pai voltou a falar comigo.

Você já pode começar a reexaminar os seus papéis. Depois venha falar comigo.
Comecei. Mas, estranhamente, constatei que minhas queixas eram banais e que, na realidade, não havia naquilo nada que pudesse motivar aborrecimento.

Abreviei o espaço dos dias e, depois, passei a examinar os papéis horas depois dos acontecimentos.

Verifiquei que não tinha nenhuma injustiça a exigir a reclamação de papai. E parei de chorar várias vezes ao dia, como estava acostumado a fazer.

Hoje compreendo que tudo foi uma brincadeira de papai. Todavia, com grande habilidade ele me levou a refletir antes de agir. E desenvolveu em mim a compreensão a respeito do que é justiça e injustiça em face do nosso egocentrismo, exigência de privilégios e pretensões descabidas.

Com isso meu espírito de tolerância ganhou uma amplitude que me tem beneficiado ao longo de toda a vida.
O estado brasileiro ficou impotente, diante do alto índice de criminalidade. Os meliantes são audaciosos não temem mais, as fragilizadas leis do obsoleto código penal. Portanto, nos dias de hoje no nosso bagunçado país, na banalização dos fatos criminais, o crime vem compensando na abominável impunidade. Afinal, esses destemidos desordeiros não respeitam mais, nem mesmos os policias e o lento poder judiciário.
Existem momentos que o silêncio é o melhor argumento, Existem palavras que não precisam ser ditas, mas apenas sentidas. 

Na minha simplicidade espero apenas a felicidade, sou de paz, e faço do silêncio minha arma de proteção, meu argumento, minha defesa, minha sinceridade e meus sentimentos em forma de palavras mudas .

Não gosto de confusão, nem de conversas bobas. Procuro viver bem com todos, e não me oprimir por aquilo que não vai mudar nada em mim , o que é certo é certo sempre terá o meu apoio , o que é errado tem apenas o meu distanciamento e o meu jeito de viver a vida sem carregar pesos desnecessários.
ANTENA LIGADA:
No Regime Democrático é salutar o “bom combate”, pautado no confronto de ideias, divergências de pensamentos, em prol da arte do bem comum coletivo, sempre apresentando soluções para as criticas e reivindicações sociais e administrativas.

No entanto, deixando de lado, promoção pessoal, demagogias e hipocrisias politicas, diante de cada perfil politico conhecido pelos eleitores. Mais um secretário de Segurança Pública e Defesa Social do RN, pede exoneração do cargo, desta vez foi o delegado federal, Caio Cesar, alegando razões de ordem restritamente particular.

Ele é o terceiro secretário de Segurança a deixar o insustentável cargo no governo de Robinson Faria. Nosso estado convive hoje com numero de homicídios, equivalentes a uma guerra civil, somente nestes três primeiros meses do ano, foram registrados mais de 600 homicídios.

Por força do destino politico, no período de sua campanha ao governo do RN, o então candidato Robinson Faria, se intitulou de “Governador da Segurança”.
Diz o dicionário que mentir “dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso)”. Do ponto de vista filosófico o ato de mentir é um recurso para obter uma vantagem

O direito a liberdade de imprensa…!

Este artificio na Impressa é usado por muitos como instrumento para obtenção de "poder da mídia". Para chamar alguém de mentiroso é preciso ter sobre a pessoa um conjunto de informações que coloque a mentira como um ato recorrente naquela personalidade. 

Pois bem…
o blog de Fernando A Verdade publicou em sua pagina na manhã deste sábado (25) uma matéria intitulada;
Matéria essa  que fui acusado de ser “mentiroso”.dizendo em sua postagem que me pediu para posta uma matéria de cunho politico e aleguei que meu computador estava quebrado isso é fato de que ele fala o que pensa e não o que tem conhecimentos, meu computador está quebrado sim!  Quem me conhece e me acompanha sabe que essa palavra não existe no meu vocabulário profissional. meu computador estava não! está quebrado!!!
estou fazendo postagem em um computador emprestado. Esse cidadão está querendo a todo custo que nossa redação poste noticias sem credibilidade que vem por meio de grupos de whatsapp com todo respeito ao whastsapp, e isso esse moderador do blog Guamaré na tela jamais irá caluniar ou difamar ninguém sem as legitimas provas quando divulgo algo é por quer eu tenho provas. 
“O profissional da imprensa possui direito subjetivo de matriz constitucional ao sigilo da fonte e não é juridicamente possível utilizar-se de métodos investigativos sobre o detentor do direito ao sigilo para obter a identidade de quem lhe entregou a notícia, salvo quando houver um bem jurídico maior que exija proteção e seja mais importante do que o direito à privacidade do jornalista, derivado da liberdade de imprensa”
em respeito ao meu leitor vou parar por aqui porque espero com esse texto dar a polêmica por encerrada por ter outras notícias para dar ao meu público.
Continuaremos como AMIGOS mas se me chamar eu respondo...