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Wilma Maria de Faria nasceu em Mossoró e cresceu em Caicó, no Seridó do RN. Filha de Morton Mariz de Faria e Francisca Sales P. de Faria, foi graduada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, instituição da qual também foi professora. Especializou-se em Sociologia e mestrado em Educação.

A trajetória política foi marcada pelo pioneirismo e pela ousadia. Em 1986 foi eleita a primeira deputada federal do RN, cuja atuação recebeu nota 10 do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – Diap. Integrou o “lobby do batom”, uma luta pelos direitos das mulheres, durante o debate da Constituição Cidadã de 1988.

Em 1989 tornou-se a primeira prefeita de Natal, cidade que administraria por mais dois mandatos: 1996 e 2000. Em 2002, foi eleita a primeira mulher a governar o RN e se reelegeu em 2006. Em 2012, foi eleita vice-prefeita de Natal. Presidiu o Partido Socialista Brasileiro (PSB) por 20 anos. Em 2016, assumiu a presidência do Partido Trabalhista do Brasil (PT do B) e se elegeu vereadora de Natal.
O atleta guamareense, Françual Oliveira, filho de Jaqueline Tibúrcio, tem motivos de sobra com sua família para tanta felicidade. Ele acabou de ser convocado pela Confederação Brasileira de Futsal, para fazer parte da delegação do Brasil de Futsal Sub-17, nos jogos de 2018.

Já pensando na classificatória para os Jogos Olímpicos da Juventude, a fase final ocorre de 7 a 14 de outubro de 2018, em Buenos Aires – a Seleção Brasileira Sub-17 irá passar por um período de treinos durante o mês de novembro.

A comissão técnica fechou a lista de convocados, contando com 16 nomes para o período de trabalhos. Entre estes, está o nome de Françual. Um atleta guamareense da gema, bom de bola, uma muralha no gol, e dono de uma habilidade que dispensa qualquer comentário.  
A Seleção Brasileira Sub-17 é a atual campeã Sul-Americana da categoria. A competição, realizada em 2016, teve como sede a cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, e Daniel Junior já era o treinador da equipe na ocasião.

O jogador é fruto de um árduo e sério trabalho do projeto social de Futsal “Gol de Letra”. Mantido pela Prefeitura de Guamaré, através da Secretaria de Esportes. O atleta de Guamaré atualmente joga no Praia Clube em Minas Gerais.“Françual foi escolhido como melhor goleiro do campeonato de blocos 2017 realizado em Guamaré. Sendo sua equipe vice-campeã. E agora ele representará o município e Brasil, na Seleção Brasileira de Futsal Sub-17”. – Guamaré em Dia.
O segundo repasse do Fundo de participação dos Municípios (FPM) do mês será 14,05% menor do que o valor repassado em 2016, considerando os efeitos da inflação.

A estimativa de redução é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que prevê transferência de R$ 631.492.264,38 nesta sexta-feira (20), com a retenção constitucional do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). Sem esse desconto, o montante a ser partilhado dentre as Prefeituras será de R$ 789.365.330,48.

De acordo com levantamento divulgado pela entidade, ano passado foram R$ 789 milhões no segundo decêndio de outubro do FPM, ressalta a informação da página virtual da CNM. O abatimento, somado à redução de 2,12% do primeiro repasse, eleva a retração do mês para 5,21%. Quando se calcula o montante repassado de janeiro para cá, o Fundo totaliza R$ 72,682 bilhões.

O valor representa aumento de 9,74%, em relação ao mesmo período do ano anterior, sem considerar os efeitos da inflação. No entanto, o saldo positivo foi puxado pelo repasse de R$ 3,9 bilhões, do 1% adicional de FPM de julho, instituído pela Emenda Constitucional nº 84/2014.
O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas da 52ª Zona Eleitoral de São Bento do Norte (RN), determinou a cassação dos mandatos da prefeita Rita de Luzier e da vice-prefeita Edna Maria de Almeida do município de Parazinho (RN), por abuso de poder econômico e político nas eleições de outubro de 2016, além do pagamento de multa no valor de mil UFIRs para cada uma.

A prefeita e a vice permanecerão nos seus cargos, até a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, que caso confirme a decisão do magistrado, serão afastadas definitivamente, com a convocação de novas eleições.
Uma estação espacial chinesa desgovernada, batizada de Tiangond-1, pode cair na Terra a qualquer momento entre outubro deste ano e abril de 2018. A tecnologia foi lançada em 2011 e está sem controle desde 2016. No entanto, autoridades locais só dividiram a informação sobre o risco de queda com a Organização das Nações Unidas (ONU) recentemente.

“A estação está a cerca de 300 quilômetros de distância e descendo para uma atmosfera ainda mais densa, o que aumenta as chances de atingir a Terra”, disse o astrofísico Jonathan McDowell em entrevista ao 'The Guardian'.

De acordo com o 'Curiosamente', do Diário de Pernambuco, a estação espacial pesa 8,5 toneladas e ela deve desintegrar-se ao atingir a atmosfera terrestre. Acredita-se que o objeto irá se desfazer em diversos pedaços menores, pesando cerca de 100 kg. Embora o equipamento esteja sendo monitorado, previsões apontam que o local da queda só será descoberto no máximo sete horas antes do evento.
O Horário de Verão começa a partir de 0h deste domingo (15), e os relógios deverão ser adiantados em uma hora para se adequar à medida. A mudança vai valer até o dia 18 de fevereiro de 2018, indica informação do portal da Agência Brasil EBC. É possível que esta seja a última vez que o Horário de Verão seja adotado no Brasil. Isso porque autoridades do setor elétrico constataram mudanças nos hábitos de consumo de energia dos brasileiros. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que mais tem influenciado o horário de pico do consumo de energia não é mais a incidência de luz solar, e sim a temperatura.

Este ano, o Horário de Verão valerá para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nos estados do Norte e do Nordeste não haverá mudança nos relógios. A justificativa para a adoção da medida ano após ano é o aproveitamento do maior período de luz solar para economizar energia elétrica. Em 2013, o país economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW), com a adoção do Horário de Verão. No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor economizado com Horário de Verão baixou novamente, para R$147,5 milhões.
A V Semana do Bebê segue a todo vapor em Guamaré, trabalhando o tema: “O Papel da Sociedade na Primeira Infância: A construção da cidadania nos primeiros 1000 dias”. O objetivo do evento é a valorização da Primeira Infância, tanto pelo poder público, quanto pela sociedade. Presente e participativo em toda a programação, Hélio Willamy já ganhou o título carinhoso de “Prefeito Amigo da Criança”.

E esse título não surgiu à toa. É o resultado do reconhecimento da articulação das políticas públicas para a garantia dos direitos das crianças no município, sendo a pequena cidade, dona do Selo Unicef, importante certificação internacional conquistada na edição 2013-2016.

Gestão de resultados:
Guamaré tem há quase 60 meses um gestor que administra a cidade dando autonomia aos seus Secretários, ao mesmo tempo que cobra os resultados. 

Tenho muito orgulho de ser o primeiro Prefeito de Guamaré a conquistar o Selo Unicef, pois assim tenho a certeza que o meu compromisso com a primeira infância está sendo voltado para cada cidadão Guamaraense, que ao ter o desejo de construir sua família, já recebe os atendimentos básicos e essenciais para que os seus filhos sejam bem cuidados e assistidos em nossas políticas públicas”, destacou o prefeito.
O Juiz Eleitoral da Comarca de São Bento do Norte, Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, julgou procedente AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral, para, em consequência cassar os diplomas e mandatos das candidatas eleitas aos cargos de prefeito e vice-prefeito do município de Parazinho, Rita de Luzier e Edna Câmara.

Como o caso de João Câmara, o processo seguirá para julgamento no Tribunal Regional Eleitoral – TRE/RN, onde a sentença poderá ou não ser confirmada. Em caso de confirmação ambas perderão os mandatos e ainda ficarão inelegíveis por oito anos; e deverá ser convocada uma nova eleição.

A decisão publicada hoje é de primeira instância e caberá recurso. Esse é o terceiro município da região do Mato a enfrentar problema na justiça eleitoral ainda com relação ao pleito de 2016. O primeiro a ser julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral, foi o prefeito de São Bento do Norte, que foi absolvido do processo por unanimidade do colegiado.
Até que em fim o prefeito de Caicó, Robson Araújo, O Batata, vai cortar na carne, como ele disse no período de campanha de 2016. A pedido do secretário de finanças, Francisco Oliveira, amanhã será anunciado um pacote de medidas para combater a crise dentro da prefeitura de Caicó, e isto pode incluir ao menos 300 exonerações.

A fonte garante que não será critério político, mas todas as secretarias deverão ser atingidas com o corte. A princípio, espera-se economizar em torno de R$ 700,00 mil somente com a folha de pagamento. Todos os detalhes desse pacotão de medidas serão anunciados amanhã numa coletiva para a imprensa ás 9hs da manhã na prefeitura.
A primeira parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para este mês estará disponível na conta das prefeituras de todo o país nesta terça-feira (10). O repasse será de R$ 2,568 bilhões, em valores brutos, anuncia informação da página virtual da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Se descontada a dedução do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), o montante fica em R$ 2,054 bilhões. Segundo observa a equipe de estudos técnicos da Confederação, o primeiro decêndio de outubro de 2017 teve uma queda de 2,12%, se comparado ao mesmo período do ano passado.

O comparativo não considera os efeitos da inflação, que se incorporada aos cálculos, faz a queda acentuar, chegando a 4,29%. Desde janeiro até o presente momento, os municípios brasileiros receberam R$ 71,892 bilhões referentes ao FPM.

Esse valor é 10,8% maior do que o repassado no mesmo período em 2016, sem pesar os efeitos inflacionários. Quando se coloca a inflação na balança, é possível notar seus efeitos sobre os repasses do Fundo; o percentual de crescimento no intervalo fica em apenas 6,19%.

A Confederação lembra os gestores que no total acumulado estão inclusos os repasses de 1% de julho, previsto na Emenda Constitucional (EC) nº 84/2014, cujo somatório foi de R$ 3,999 bilhões.
O OBVIO - Observatório da violência Letal Intencional do RN, mostrou que o mês de setembro de 2017, foi o período mais violento de toda a história do estado. Segundo o OBVIO, foram 228 assassinatos no espaço de 30 dias. Uma média de 7,6 mortes por dia. Número dignos de uma guerra. O aumento comparado ao ano passado, no mesmo mês, é de 41,6%, quando naquele triênio chegou-se a 161 mortes.

Em todo o ano, até o último dia do mês que passou, 1. 875 pessoas foram assassinadas no Rio Grande do Norte. No ano, a média é de 6,86 mortes "matadas" a cada 24 horas. Os números de mortes violentas até o dia 30 de setembro, é 27,5% maior que o mesmo período de 2016. Um acréscimo inaceitável e que muitas vezes chega a ser aparentemente ilusório. Mas infelizmente é real.
Senado aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria uma cláusula de desempenho, a partir de 2018, para as legendas terem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV. O texto também prevê o fim das coligações proporcionais, a partir das eleições de 2020.

A PEC já foi aprovada pela Câmara e agora vai à promulgação, em sessão conjunta do Congresso Nacional, formada por deputados e senadores. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a PEC precisava do apoio de pelo menos 49 senadores. No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 62 votos a zero. No segundo, por 58 votos a zero.

A classe política tem pressa na aprovação de novas regras eleitorais. Isso porque, para valerem em 2018, as modificações precisam passar pelo Congresso até a próxima sexta-feira (6), um ano antes das próximas eleições. A PEC tem origem no Senado, onde foi aprovada em 2016. No entanto, durante análise na Câmara, os deputados promoveram mudanças e flexibilizaram o texto, o que levou o projeto para uma nova análise dos senadores. Cláusula de desempenho O texto estabelece a chamada cláusula de desempenho nas urnas para a legenda ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Como transição, até 2030, a cláusula de barreira crescerá gradualmente. Nas eleições posteriores a 2030, o desempenho mínimo exigido seria o mesmo do pleito de 2030. Saiba abaixo os critérios: Eleições de 2018 - Os partidos terão de obter, nas eleições para deputado federal, pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2022 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 2% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 11 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2026 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1,5% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 13 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2030 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 3% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 2% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 15 deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da federação. Levantamento feito pelo G1 mostrou que, se as regras previstas para 2018 estivessem em vigor nas eleições de 2014, 14 partidos que hoje possuem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV perderiam esses direitos. Entre os partidos que teriam sido afetados caso a regra estivesse valendo na eleição de 2014, seis têm atualmente representantes na Câmara: PEN, PHS, PRP, PSL, PT do B e Podemos (antigo PTN). Outros oito, que não elegeram deputados em 2014, também seriam atingidos: PCB, PCO, PMN, PPL, PRTB, PSDC, PSTU e PTC. O levantamento não levou em consideração as legendas criadas após 2014 e que têm bancadas na Câmara: Rede e PMB. A proposta atual foi flexibilizada com relação à que foi aprovada pelo Senado em 2016. Se prevalecesse a versão original do texto, 19 partidos seriam barrados. Siglas tradicionais, como o PPS e o PC do B, seriam afetadas. Outras, de criação mais recente, também seriam prejudicadas. É o caso de PSOL, PROS e PV. A flexibilização da cláusula de barreira foi necessária para que a proposta pudesse ser aprovada na Câmara. Diante do prazo exíguo, os senadores aceitaram o texto modificado pelos deputados para garantir que a cláusula valha em 2018. Fim das coligações A PEC acaba com as coligações partidárias a partir de 2020. Para 2018, continuam valendo as regras atuais, em que os partidos podem se juntar em alianças para disputar a eleição e somar os tempos de rádio e televisão e podem ser desfeitas passado o pleito. As coligações também são levadas em conta na hora da divisão das cadeiras. Hoje, deputados federais e estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta. É feito um cálculo para a distribuição das vagas com base nos votos no candidato e no partido ou coligação. São eleitos os mais votados nas legendas ou nas coligações. Federações partidárias Além de abrandar a cláusula de barreira, os deputados excluíram do projeto a possibilidade de partidos com afinidade ideológica se unirem em federações. A medida era uma saída para substituir, em parte, as coligações. Na prática, o fim das federações deverá prejudicar partidos pequenos que contam com as alianças com outras legendas para somar o tempo de rádio e TV e para garantir cadeiras na Câmara e nas Assembleias. A proposta era que os partidos com programas afins pudessem se juntar em federações. As legendas teriam de atuar juntas não apenas durante as eleições, mas como um bloco parlamentar durante toda a legislatura. A ideia era garantir maior coesão entre os partidos, já que atualmente siglas com pouca afinidade formam coligações e as desfazem após as eleições. Desse modo, se juntos atingissem as exigências da cláusula de desempenho, não perderiam o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV. Janela partidária Durante análise na Câmara, os deputados também retiraram do texto um trecho que acabava com a janela partidária seis meses antes da eleição. Com isso, ficam mantidas as regras atuais em que os detentores de mandato eletivo podem mudar de partido no mês de março do ano eleitoral sem serem punidos com perda do mandato.

O candidato Dalton Vieira (PP) foi eleito novamente prefeito de Petrolina de Goiás neste domingo (1º). Segundo o cartório eleitoral da cidade, o político recebeu 3.075 votos, enquanto o concorrente, Tiago Cigano (PC do B), registrou 3.048. O candidato eleito teve o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral local e recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Ele não pode assumir enquanto não houver decisão favorável a ele pelo órgão ou conseguir uma liminar que permita que ele assuma o cargo. Enquanto isso, o presidente da Câmara Municipal e também candidato nas eleições, Tiago Cigano, continua como prefeito interino. No total, dos 7,9 mil eleitores do município, 6.369 foram às urnas, o que representa 80,62% do eleitorado local.
Foram 51 votos brancos e outros 195 nulos nas 28 seções eleitorais da cidade.

Novas eleições O pleito deste domingo ocorreu após Dalton Vieira (PP), eleito em 2016, ter o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março deste ano. O político havia assumido o cargo, mas precisou ser afastado, em julho, após a decisão do colegiado do órgão.

Quando foram determinadas novas eleições, o político pediu o registro de candidatura novamente, mas o mesmo foi negado pela Justiça Eleitoral da cidade. O político, então, entrou com recurso para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e concorreu ao pleito como “indeferido com recurso”.
“Não sou vereador, estou vereador” é uma frase corrente na boca dos legisladores municipais.
Diz a sabedoria popular que ser parlamentar em seu curso do mandato é bom, mas voltar para casa legislativa é ainda melhor.

Na prática, grande parte dos vereadores que passam um tempo de 4 ou 8 anos como parlamentar sentem dificuldade de se readaptar passa-se mesmo a ideia de compreensão da alternância de poder. Acontece que tem horas que a alternância se impõe, de fato, e o político que tinha sete assessores à disposição, carro e combustível pagos pelos contribuintes e ligações se enfileirando no celular depois que não consegue se reeleger na maioria das vezes é preciso  bater cartão, atender pedidos da chefia ou ceder a caprichos e exigências de clientes.

Um ano depois, que perderam o poder e agora sem mandato, a maior parte dos ex-parlamentares de Guamaré já conseguiu uma nova fonte de renda ou retomou as ocupações que exerciam antes do mandato, ou ocupam cargos em comissão no poderes públicos municipal. 
A rotina dos ex-vereadores tem passado longe da vida pública – ainda que alguns estejam buscando uma oportunidade para retornar à política. diante das dificuldade que alguns tiveram e chegaram ao ponto de não se reeleger vereadores, e não voltaram à Câmara Municipal em 2016. Desde que saíram da Câmara muitos deles tem tido dificuldades em conseguir uma recolocação profissional.
Com aumento em relação a 2016, o terceiro e último repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de setembro entra nas contas nesta sexta-feira, dia 29. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que o repasse será de R$ 1.912.200.468,11, considerando o desconto do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Sem a retenção constitucional, a levantamento da CNM prevê a transferência de R$ 2.390.250.585,14 entre os 5.568 Municípios e o Distrito Federal. Mensalmente, a entidade municipalista divulga três estimativas de repasses do FPM. Os dados são calculados a partir de previsões da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Para o chamado terceiro decêndio, a Confederação prevê montante 13,90% maior que o repassado no mesmo período de 2016, em termos nominais, quando foram transferidos R$ 2,098 bilhões. Até quando se considera os efeitos inflacionários, o último repasse do mês será maior que do ano anterior em 11,26%. Dos três repasses feitos em setembro, apenas do segundo decêndio apresentou redução, conforme mostra cálculos da entidade. Assim, o Fundo fecha com o saldo positivo em 10% e com mais de R$ 5,1 bilhões repassados. Período

Ao somar todos as transferências feitas, de janeiro até agora, o Fundo dos Municípios totaliza R$ 69,325 bilhões. Isso representa crescimento de 11,40%, em comparação com o montante acumulado no mesmo período de 2016, sem considerar os efeitos da inflação. Mesmo com os valores maiores, a CNM se mostra compreensiva a queixas dos prefeitos com relação aos repasses do FPM. No entanto, ressalta-se que a estimativa da STN era de redução de 2% no montante do mês, e o valor foi 10% maior que o esperado. Em relação ao último decêndio, a cifra foi 34,32% maior que a previsão do governo. Para outubro, o órgão prevê crescimento de 18%, em relação a setembro. Veja o levantamento completo-AQUI
As multas por excesso de velocidade lideram o ranking das infrações cometidas no trânsito em 2017. De acordo com o Governo Federal já são mais de 13 milhões de multas aplicadas por excesso de velocidade em vias e estradas brasileiras. O número até setembro é próximo do total somado em 2016, quase 15 milhões de multas.

Nos últimos sete anos, a alta velocidade é a infração mais cometida pelos motoristas em todo país. Dirigir sem cinto de segurança, avançar no sinal vermelho e estacionar em locais inapropriados fecha o ranking das infrações mais cometidas no Brasil, segundo o levantamento.
Em sessão realizada na tarde/noite desta terça-feira (26), o Tribunal Regional Eleitoral por 4 votos a 2, tornou inelegíveis por 8 anos (a contar da eleição de 2016), por uso indevido da rádio comunitária FM Ouro Negro, "o quarteto fantástico": o ex-prefeito Eider Medeiros, a ex-primeira-dama Jaqueline Medeiros, apresentador do programa da rádio comunitária (e irmão de Eider) Assis Medeiros e o também apresentador de programa da radio (e ex-vereador), Olegário. Os integrantes da família (ficha suja, leia-se: Eider, Jaqueline e Assis), bem como Olegario poderão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília/DF, da sentença proferida pelo Colegiado do TRE.
Um vereador da cidade de Pedra Branca, no Sertão paraibano, foi encontrado morto na noite do sábado (23), em um sítio de propriedade da família na zona rural do município. De acordo com a Polícia Militar, o corpo de Ardson Herbete Florentino (PR), conhecido como Ardim, foi achado por dois irmãos, seis horas depois dele sair de casa.

Segundo a PM, o vereador saiu de casa por volta das 14h, sem avisar aos familiares para onde ia. No início da noite, após os irmãos estranharem a demora da volta de Ardson, a família fez uma busca pela propriedade e achou o corpo em uma casa abandonada. O corpo foi levado para exames no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Patos (Numol). A polícia investiga a possibilidade de suicídio.

Ardson Florentino tinha 39 anos e foi eleito para o primeiro mandato pelo PR em 2016, com 222 votos. Ardim atuava como segundo secretário da mesa diretora da Câmara Municipal
 de Pedra Branca.
A sentença de cassação dos mandatos de prefeito e vice-prefeito na cidade de Galinhos, noticiada mais cedo aqui, traz um detalhe que passou desapercebido pelo Blog no primeiro momento. Afrânio Reis, o vice do prefeito Fábio, não ficou inelegível, nem foi condenado a pagar multa como ocorreu com o seu companheiro de chapa.

Pela sentença da juíza da 30ª Zona Eleitoral, Christiany Vasconcelos, ele foi apenas CASSADO. O entendimento da magistrada se justifica juridicamente em razão da indissolubilidade da chapa eleita em 2016, onde necessariamente o vice pode sofrer sanções diferentes do prefeito, no entanto, não foge da cassação.
Celso Amâncio
Agricultores familiares do Rio Grande do Norte  conheceram de perto o Plano Safra 2017/2020 nesta sexta-feira, (22). O evento aconteceu no auditório da Emater-RN, no Centro Administrativo, às 9:00h.

O Plano possui dez eixos de atuação e, além do crédito, outras ações são necessárias, como por exemplo a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Somente nesse eixo, o último Plano Safra (2016/2017) beneficiou 600 mil agricultores e assentados da reforma agrária no país.

Já o Garantia Safra favoreceu um milhão e trezentos e cinquenta mil famílias agricultoras de baixa renda. Em julho, o Banco do Brasil anunciou a oferta de R$ 103 bilhões em créditos para a nova safra (2017/2018) aos grandes, médios e pequenos produtores.

O Plano Safra é um conjunto de ações para o fortalecimento da agricultura familiar e um dos objetivos é manter as taxas de juros mais baixas do mercado para esse público. Lançado nacionalmente em maio deste ano, o Plano foi anunciado com um total de R$ 30 bilhões em crédito. Desde então, as Delegacias Federais do Desenvolvimento Agrário (DFDAs) estão apresentando a política em diferentes estados da federação.