Passado o ano de 2025, o país se aproxima de mais um ano eleitoral, com eleições para presidente da República, senadores, governadores, deputados federais e deputados estaduais.
No Rio Grande do Norte, o cenário político passa por intensas transformações. Já estão confirmados três pré-candidatos ao Governo do Estado: Álvaro Dias, Allyson Bezerra e Cadu Xavier.
A definição dos candidatos a vice-governador será um dos principais fatores para a construção de chapas competitivas. Nesse contexto, já despontam alguns nomes. A ex-deputada estadual Larissa Rosado surge como possível indicação para compor a chapa encabeçada por Cadu Xavier. Já o deputado estadual Hermano Morais é cotado para integrar a chapa liderada por Allyson Bezerra.
A política não tem dono: o povo sempre dá a última palavra
A política vive um momento de mudanças evidentes. O cenário já não é o mesmo, e aqueles que antes ocupavam a linha de frente começam a sentir o peso do tempo e das próprias atitudes.
Não se trata de perseguição nem de acaso, mas de consequência. Promessas feitas e não cumpridas cobram seu preço, e o eleitor aprendeu a observar mais atentamente e a confiar menos em discursos prontos.
Hoje, o jogo político exige mais do que presença em eventos ou falas inflamadas. Exige trabalho, coerência e, acima de tudo, respeito pela população.
Muitos que se consideravam donos de grupos e lideranças agora enfrentam dificuldades para manter alianças, enquanto outros tentam ocupar espaços deixados pelo desgaste natural de quem não conseguiu acompanhar as mudanças dos tempos.
As máscaras começam a cair, as conveniências ficam expostas e a velha política já não convence como antes. A população quer resultados, quer verdade e quer compromisso. E é justamente nesse ponto que a política revela sua essência: ela não tem dono.
O poder não pertence a nomes, grupos ou interesses pessoais, mas ao povo, que sempre dá a última palavra por meio do voto.

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