Não dá para acreditar que uma pessoa que destruiu e levou o nosso estado ao maior impacto financeiro de sua história, provocando um colapso nas contas públicas, ainda tenha condições de se eleger senadora. Durante sua gestão, houve atraso no pagamento da folha salarial, descontos de consignados sem o devido repasse aos bancos e a formação de um déficit superior a 6 bilhões de reais em dívidas.
Essa situação abalou profundamente a confiança dos norte-rio-grandenses. O caso ganhou uma dimensão política tão grande que ninguém parece disposto a sentar na tão sonhada cadeira deixada por Fátima Bezerra.
Diante de tudo isso, é inadmissível que, com tamanha fragilidade política, moral e cívica, ainda exista a possibilidade de sua eleição ao Senado. Caso isso aconteça, poderemos afirmar que o voto já não tem mais valor.

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