Uma espera de mais de 60 anos: Depois da obra pronta, todos querem ser o pai ou a mãe

Vivemos tempos em que a verdade incomoda mais do que a mentira bem contada. Quem fala o que pensa é rotulado como problemático; quem finge concordar com tudo é chamado de inteligente. A hipocrisia virou estratégia, e o silêncio conveniente passou a valer mais do que a coragem de se posicionar.

Na política e na vida, muitos defendem valores apenas enquanto lhes convém. Mudam de lado com a mesma facilidade com que trocam de discurso — e ainda exigem respeito sem nunca terem respeitado ninguém. O problema não é errar, mas fingir virtude enquanto se pratica o oposto.

Ser coerente hoje é um ato de rebeldia. E talvez seja justamente por isso que incomode tanto.

A duplicação da BR-304, uma das obras mais sonhadas e estratégicas do Rio Grande do Norte, é uma conquista do estado.

Ao assinar a ordem de serviço, o ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou o papel da governadora Fátima Bezerra em todo o processo:
“Fátima é a mãe da duplicação.” Aonde fica o presidente Lula e o proprio ministro nessa história?

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