Essa pergunta não quer calar. A política, que deveria ser o espaço do diálogo, do entendimento e da construção coletiva, se transforma com frequência em um campo de vaidades, intrigas e, sobretudo, inveja. Parece que, para muitos, a busca por poder vale mais do que o bem comum. Mas, se o lema é a união, por que tanto individualismo? Tanta disputa mesquinha? Tanta vontade de derrubar o outro, em vez de construir juntos?
E já aproveitando, deixo aqui uma pergunta aos estiladores de ódio de plantão: alguém aí já viu a decisão do ministro Cristiano Zanin? Sim, ele mesmo. Mandou uma decisão ao juízo reclamado, determinando que fosse aplicado aos reclamantes uma multa de R$ 1.000,00, a título de honorários. Ou seja, além de não levar vantagem, ainda tiveram que pagar por insistir demais. Talvez sirva de exemplo para quem gosta de judicializar a política só por capricho.
E para não perder o costume, termino filozofando: um dos vereadores da oposição precisa, urgentemente, deixar de querer ser dois e voltar a ser um só – quem sabe, um com mais coerência, mais humildade e, quem sabe, até com um pouco menos de inveja.

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