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Wilma Maria de Faria nasceu em Mossoró e cresceu em Caicó, no Seridó do RN. Filha de Morton Mariz de Faria e Francisca Sales P. de Faria, foi graduada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, instituição da qual também foi professora. Especializou-se em Sociologia e mestrado em Educação.

A trajetória política foi marcada pelo pioneirismo e pela ousadia. Em 1986 foi eleita a primeira deputada federal do RN, cuja atuação recebeu nota 10 do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – Diap. Integrou o “lobby do batom”, uma luta pelos direitos das mulheres, durante o debate da Constituição Cidadã de 1988.

Em 1989 tornou-se a primeira prefeita de Natal, cidade que administraria por mais dois mandatos: 1996 e 2000. Em 2002, foi eleita a primeira mulher a governar o RN e se reelegeu em 2006. Em 2012, foi eleita vice-prefeita de Natal. Presidiu o Partido Socialista Brasileiro (PSB) por 20 anos. Em 2016, assumiu a presidência do Partido Trabalhista do Brasil (PT do B) e se elegeu vereadora de Natal.
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) invadiram nesta terça-feira o prédio do Ministério do Planejamento em ação da Jornada Nacional de Lutas de Outubro. Também são realizados atos em sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e órgãos relacionados à política agrária em nove estados e no Distrito Federal.

No Ministério do Planejamento, a PM estima que 300 manifestantes ocupam o saguão do prédio. Eles querem ser recebidos pelo ministro Dyogo Oliveira. Os funcionários estão sendo impedidos de entrar. “Para tirar o Brasil da crise, reforma agrária já”, diz a faixa em frente ao prédio.

A invasão do ministério ocorreu pouco antes das 6h da manhã . Os manifestantes quebraram o cadeado que estava na porta da entrada principal, e até o momento, segundo a PM, não há informações sobre depredações no interior do prédio.

Segundo o MST, a mobilização busca denunciar o desmonte da política de reforma agrária e cobrar restituição de seus orçamentos. A ação envolve ainda centrais sindicais, como CUT e CTB.

“Os trabalhadores seguem mobilizados nas diferentes regiões do país à espera de uma posição sobre suas reivindicações”, diz o MST em nota.
Está  acontecendo durante todo o dia desta sábado 14 na câmara municipal de Guamaré, o Encontro de Parlamentares que pretende reunir os edis para discutir pautas legislativas, além de debater o atual cenário político brasileiro e os impactos nos municípios.

O Encontro tem o objetivo de fortalecer a agenda positiva tirada no último Congresso realizado em abril deste ano, além de reunir os edis de 36 cidades do RN, também marcam presença servidores do poder legislativo municipal, assessores parlamentares, membros da administração pública e demais autoridades, a fim de promover debates e fomentar novos conhecimentos, como ferramentas indispensáveis que levem a reflexão do tema da Legislatura como mecanismos de transformação da sociedade.

Serão abordados temas como: relação com os Tribunais de Contas dos Estados na fiscalização, os avanços tecnológicos na prestação de contas, conjuntura política, as principais reformas e os impactos sociais. Os presidentes da União dos Vereadores do RN Bruno Melo e da FECAM Aldair Diniz, está prestigiando o evento que reúne os vereadores do RN.
O vereador Antônio Gustavo Fernandes (PMDB), reeleito para o cargo com 441 votos válidos, procurou a equipe de reportagem do portal FACHO DE GROSSOS, para comunicar que a qualquer momento poderá protocolar o seu pedido de renúncia.

Questionado pelo blog, o parlamentar não explicou o motivo, mas disse que em breve toda a população tomaria conhecimento dos fatos que vem acontecendo ultimamente, lhe causando incomodo, e que a rotina política afetou até a sua saúde. “Já sofri um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em setembro do ano passado, recentemente fiz uma cirurgia de hérnia, e tomo cerca de 6 comprimidos por dia”, concluiu ele.
Senado aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria uma cláusula de desempenho, a partir de 2018, para as legendas terem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV. O texto também prevê o fim das coligações proporcionais, a partir das eleições de 2020.

A PEC já foi aprovada pela Câmara e agora vai à promulgação, em sessão conjunta do Congresso Nacional, formada por deputados e senadores. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a PEC precisava do apoio de pelo menos 49 senadores. No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 62 votos a zero. No segundo, por 58 votos a zero.

A classe política tem pressa na aprovação de novas regras eleitorais. Isso porque, para valerem em 2018, as modificações precisam passar pelo Congresso até a próxima sexta-feira (6), um ano antes das próximas eleições. A PEC tem origem no Senado, onde foi aprovada em 2016. No entanto, durante análise na Câmara, os deputados promoveram mudanças e flexibilizaram o texto, o que levou o projeto para uma nova análise dos senadores. Cláusula de desempenho O texto estabelece a chamada cláusula de desempenho nas urnas para a legenda ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Como transição, até 2030, a cláusula de barreira crescerá gradualmente. Nas eleições posteriores a 2030, o desempenho mínimo exigido seria o mesmo do pleito de 2030. Saiba abaixo os critérios: Eleições de 2018 - Os partidos terão de obter, nas eleições para deputado federal, pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2022 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 2% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 11 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2026 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1,5% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 13 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. Eleições de 2030 - Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara, pelo menos 3% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 2% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 15 deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da federação. Levantamento feito pelo G1 mostrou que, se as regras previstas para 2018 estivessem em vigor nas eleições de 2014, 14 partidos que hoje possuem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV perderiam esses direitos. Entre os partidos que teriam sido afetados caso a regra estivesse valendo na eleição de 2014, seis têm atualmente representantes na Câmara: PEN, PHS, PRP, PSL, PT do B e Podemos (antigo PTN). Outros oito, que não elegeram deputados em 2014, também seriam atingidos: PCB, PCO, PMN, PPL, PRTB, PSDC, PSTU e PTC. O levantamento não levou em consideração as legendas criadas após 2014 e que têm bancadas na Câmara: Rede e PMB. A proposta atual foi flexibilizada com relação à que foi aprovada pelo Senado em 2016. Se prevalecesse a versão original do texto, 19 partidos seriam barrados. Siglas tradicionais, como o PPS e o PC do B, seriam afetadas. Outras, de criação mais recente, também seriam prejudicadas. É o caso de PSOL, PROS e PV. A flexibilização da cláusula de barreira foi necessária para que a proposta pudesse ser aprovada na Câmara. Diante do prazo exíguo, os senadores aceitaram o texto modificado pelos deputados para garantir que a cláusula valha em 2018. Fim das coligações A PEC acaba com as coligações partidárias a partir de 2020. Para 2018, continuam valendo as regras atuais, em que os partidos podem se juntar em alianças para disputar a eleição e somar os tempos de rádio e televisão e podem ser desfeitas passado o pleito. As coligações também são levadas em conta na hora da divisão das cadeiras. Hoje, deputados federais e estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta. É feito um cálculo para a distribuição das vagas com base nos votos no candidato e no partido ou coligação. São eleitos os mais votados nas legendas ou nas coligações. Federações partidárias Além de abrandar a cláusula de barreira, os deputados excluíram do projeto a possibilidade de partidos com afinidade ideológica se unirem em federações. A medida era uma saída para substituir, em parte, as coligações. Na prática, o fim das federações deverá prejudicar partidos pequenos que contam com as alianças com outras legendas para somar o tempo de rádio e TV e para garantir cadeiras na Câmara e nas Assembleias. A proposta era que os partidos com programas afins pudessem se juntar em federações. As legendas teriam de atuar juntas não apenas durante as eleições, mas como um bloco parlamentar durante toda a legislatura. A ideia era garantir maior coesão entre os partidos, já que atualmente siglas com pouca afinidade formam coligações e as desfazem após as eleições. Desse modo, se juntos atingissem as exigências da cláusula de desempenho, não perderiam o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV. Janela partidária Durante análise na Câmara, os deputados também retiraram do texto um trecho que acabava com a janela partidária seis meses antes da eleição. Com isso, ficam mantidas as regras atuais em que os detentores de mandato eletivo podem mudar de partido no mês de março do ano eleitoral sem serem punidos com perda do mandato.
Acontecerá na próxima sexta-feira 6 a partir da 15:30 horas, no auditório da UERN em Assú, uma audiência Pública promovido pelo Senado Federal, proposição da Senadora Fátima Bezerra - PT, para discutir a transposição das Águas do Rio São Francisco para o Rio Piranhas Açú no Rio Grande do Norte.

O convite está direcionado a todas as lideranças associativistas, cooperativistas, sindicais, religiosa e política do nosso Estado, especificamente da Região do Vale do Açu. Por si só o tema desperta a atenção diante da gravidade hídrica que estamos vivenciando. É hora da sociedade pressionar o Senado Federal e os técnicos do Ministério que aqui estarão para agilizarem também importante obra hídrica para a nossa região.
“Não sou vereador, estou vereador” é uma frase corrente na boca dos legisladores municipais.
Diz a sabedoria popular que ser parlamentar em seu curso do mandato é bom, mas voltar para casa legislativa é ainda melhor.

Na prática, grande parte dos vereadores que passam um tempo de 4 ou 8 anos como parlamentar sentem dificuldade de se readaptar passa-se mesmo a ideia de compreensão da alternância de poder. Acontece que tem horas que a alternância se impõe, de fato, e o político que tinha sete assessores à disposição, carro e combustível pagos pelos contribuintes e ligações se enfileirando no celular depois que não consegue se reeleger na maioria das vezes é preciso  bater cartão, atender pedidos da chefia ou ceder a caprichos e exigências de clientes.

Um ano depois, que perderam o poder e agora sem mandato, a maior parte dos ex-parlamentares de Guamaré já conseguiu uma nova fonte de renda ou retomou as ocupações que exerciam antes do mandato, ou ocupam cargos em comissão no poderes públicos municipal. 
A rotina dos ex-vereadores tem passado longe da vida pública – ainda que alguns estejam buscando uma oportunidade para retornar à política. diante das dificuldade que alguns tiveram e chegaram ao ponto de não se reeleger vereadores, e não voltaram à Câmara Municipal em 2016. Desde que saíram da Câmara muitos deles tem tido dificuldades em conseguir uma recolocação profissional.
À medida que o tempo passa e as Eleições 2018 se aproxima, os bastidores da política potiguar esquentam a cada dia com as suas articulações, envolvendo os principais grupos e suas lideranças. No próximo ano, a população do Rio Grande do Norte voltará às urnas para escolher um governador, dois senadores, deputados estaduais e deputados federais para mais um mandato de quatro anos, respectivamente.

Na disputa pelo Governo do RN, o atual cenário aponta como possíveis candidatos, o atual governador Robinson Faria (PSD) que disputaria a sua reeleição; a senadora, Fátima Bezerra (PT); o atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT); o desembargador do TJ/RN, Cláudio Santos (sem partido); o empresário mossoroense, Tião Couto (PSDB) e a vereadora em Grossos, Clorisa Linhares (PSDC). Inclusive, esses três últimos nomes surgem como nova opção aos Norte-rio-grandenses.

Segundo consta, diante deste panorama e vislumbrando um futuro próximo, o PSDB, DEM e PR estariam nos bastidores, discutindo a possível chapa majoritária para a disputa. Nomes não faltam. Para o governo os três principais que vem sendo cogitados são: Cláudio Santos, Tião Couto e Ezequiel Ferreira (seria a novidade da aliança). Senado Federal: José Agripino, Rogério Marinho e João Maia ou a sua irmã, Zenaide Maia.

Entretanto, ainda há muita água por passar debaixo da ponte. O que hoje está acertado, amanhã pode não está mais, pois a política é muito dinâmica. Não é à toa que Nicolau Maquiavel escreveu essa frase celebre: “Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã”. Aguardemos pelo desenrolar dos acontecimentos. Uma coisa é certa! Todos são cientes do momento agonizante em que se encontra o Rio Grande do Norte.
As próximas semanas serão decisivas para a definição da reforma política no Congresso. O Senado analisa novas regras para o financiamento das campanhas, enquanto a Câmara discute o fim das coligações nas eleições proporcionais e uma cláusula de barreira para que as legendas tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e TV. Para valer nas eleições de 2018, as duas propostas precisam ser aprovadas nas duas Casas até o dia 7 de outubro.

Nesta terça-feira (26), os senadores devem votar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 206/2017, do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). O texto cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha e acaba com a propaganda partidária e com o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Pela proposta original, o dinheiro da compensação fiscal que a União paga às emissoras pela veiculação desses programas seria repassado ao fundo.
Agricultores familiares do Rio Grande do Norte  conheceram de perto o Plano Safra 2017/2020 nesta sexta-feira, (22). O evento aconteceu no auditório da Emater-RN, no Centro Administrativo, às 9:00h.

O Plano possui dez eixos de atuação e, além do crédito, outras ações são necessárias, como por exemplo a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Somente nesse eixo, o último Plano Safra (2016/2017) beneficiou 600 mil agricultores e assentados da reforma agrária no país.

Já o Garantia Safra favoreceu um milhão e trezentos e cinquenta mil famílias agricultoras de baixa renda. Em julho, o Banco do Brasil anunciou a oferta de R$ 103 bilhões em créditos para a nova safra (2017/2018) aos grandes, médios e pequenos produtores.

O Plano Safra é um conjunto de ações para o fortalecimento da agricultura familiar e um dos objetivos é manter as taxas de juros mais baixas do mercado para esse público. Lançado nacionalmente em maio deste ano, o Plano foi anunciado com um total de R$ 30 bilhões em crédito. Desde então, as Delegacias Federais do Desenvolvimento Agrário (DFDAs) estão apresentando a política em diferentes estados da federação.
A sensação do prefeito de Guamaré Hélio Willamy, logo após deixar o gabinete do Ministro da Integração Nacional Helder Barbalho, no final da manhã desta terça-feira, 20, foi de dever cumprido. Bastante otimista, Hélio considerou que a união da bancada federal, independente de partidos políticos foi importante para que o projeto da adutora Afonso Bezerra-Pendências fosse visto com bons olhos por quem tem a solução desse pleito tão importante para a região.

“Ouvimos aqui do ministro Helder Barbalho que vencidas as etapas da burocracia em um prazo médio de 60 dias, os municípios atingidos com o colapso, a exemplo de Guamaré terão uma resposta que vai solucionar definitivamente o problema da falta de água”, declarou o gestor, que esteve no encontro convocado pelo Governador Robinson Faria, acompanhado de colegas prefeitos da região, de técnicos do setor hídrico no estado e de membros da bancada federal, a exemplo do deputado Walter Alves (PMDB).

O ministro Hélder Barbalho destacou que os projetos do Governo do Estado já foram analisados e aprovados pelo Ministério da Integração e que será preciso aguardar dez dias para o Governo Federal reconhecer o decreto de estado de emergência no RN. Ele disse que vai tratar com o ministro do Planejamento, Diogo Henrique, sobre a necessidade de atualizar o orçamento destinado ao Rio Grande do Norte diante da gravidade da situação. Barbalho também solicitou que a classe política do Estado procure diretamente o presidente Michel Temer para ele intervir junto ao ministro do Planejamento pela liberação dos recursos.

A adutora emergencial do município de Afonso Bezerra até Pendências para abastecimento de 78 mil pessoas irá conduzir a água de cinco poços já perfurados pela Caern. Para isso são necessários recursos no montante de R$ 68.457.292,22. “Enfrentamos uma situação dramática e precisamos dessa união para defender a população não somente de Guamaré, mas da nossa região tão castigada pela seca”, concluiu Hélio Miranda.
A votação da reforma política gerou nova polêmica na sessão do plenário da Câmara dos Deputados. Após mais de cinco horas de debates e a tentativa de alterar o texto-base em votação, o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) suspendeu a sessão por falta de quórum e adiou novamente a apreciação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/2003, instrumento que estabelece mudanças no sistema político-eleitoral e da criação de um fundo público para financiar as campanhas. O tema da reforma política deve voltar à pauta da Câmara na semana que vem.

Mais uma vez, a proposta não obteve consenso entre os parlamentares. Os deputados tentaram ainda colocar em votação a análise fatiada dos itens, como havia sido definido na última sessão que apreciou o tema. No entanto, por falta de quórum, a sessão foi encerrada.
Dando continuidade ao trabalho dos mandatários que administraram o nosso município pós emancipação política, registramos o mandato do ex-prefeito Francisco Teixeira Nunes (França) PDS eleito constitucionalmente prefeito de Guamaré no ano de 1982, tendo como seu vice-prefeito, Sr. Dionizio Tertuliano da Fonseca. "França" foi empossado no dia 29 de janeiro de 1983 em solenidade realizada na Câmara Municipal de Guamaré composta pelos seguintes vereadores.

01-Felinto Teixeira Nunes-Presidente
02-Francisco Chagas de Queiroz (Franciquinho Pinheiro)
03-Pedro Francisco
04-Diocleciano Ferreira
05-Claudionor Vieira de Melo (Sue Nôr)
06-Francisco Vitoriano da Siva (Chiquinho de Lidia)
07-Arnoud Evaristo de Lima

França administrou o município por 6 anos, deixou como marcas do seu mandato a pavimentação a paralelepípedo de parte das ruas: Professor João Batista, Nicolau Vieira de Melo, Capitão Vicente Brito e Manoel Lucas de Miranda, Monsenhor José Tibúrcio, e a duplicação da Noé Nunes da Silveira. Na educação, construiu a escola Municipal Bem Vinda Nunes Teixeira.

Construiu a quadra de Esportes Felinto Teixeira anexo a escola Bem Vinda, o terminal rodoviário Hoje reformado pelo ex-prefeito "Dedé" para biblioteca,  e conseguiu implantar o 1º grau, onde a prefeitura construiu 4 salas de aulas para dar início ao primeiro grau em nosso município, onde antes os alunos precisava estudar em Macau. Ele ainda perfurou um poço artesiano no Distrito de Baixa do Meio.

Foi no mandato do ex-prefeito "França", que a Petrobrás iniciou em escala comercial a produção de petróleo em nosso município, passando o mesmo a ser o primeiro gestor a receber royalties.

Sob a supervisão de uma docente da FACIG de Guamaré, uma turma de estagiários (as) que estão cursando o 6º período do curso de Serviço Social tiveram a oportunidade de conhecer a Política de Assistência Social de Macaíba e vários centros que compõem a estrutura de Assistência Social local no decorrer desta quarta-feira (06/09).

Tanto a professora quanto os (as) estudantes ficaram impressionados (as) com os serviços e a estrutura disponibilizada pela Prefeitura de Macaíba, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social, para a população. A turma conheceu vários importantes espaços de trabalho, dentre eles os dois CRAS, o CREAS e o CCI. Além da estrutura da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social – SEMTAS, também fizeram parte do roteito as instituições filantrópicas AMAI e o Abrigo Deus e Caridade.

“Estamos com a turma de Serviço Social do 6º período que veio fazer uma aula de campo e conhecer a Política de Assistência Social e os serviços oferecidos pelo município de Macaíba, por ser um município de referência e por executar e implementar a Política dentro dos parâmetros legais e corretos.”, declarou – durante a visita – a professora Lariza Elaine, que também é coordenadora do curso de Serviço Social da FACIG – Polo de Guamaré/RN.  

O início da campanha para as eleições presidenciais do Brasil começam em menos de um ano (26 de agosto de 2018), mas, desde já, diversos nomes têm sido vinculados ao pleito; alguns mais consolidados, como Lula (PT) e João Doria (PSDB), e outros mais incertos, como Marina Silva (Rede Sustentabilidade). O Portal Agora RN separou os principais políticos que podem disputar a preferência do eleitor brasileiro no ano que vem. Confira:

Lula (Partido dos Trabalhadores): Da parte do PT, a incógnita quanto à viabilidade jurídica da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em primeira instância na Lava Jato, deixa a centro-esquerda em compasso de espera. Enquanto isso, o petista segue em caravana pelo Nordeste com o intuito de fortalecer novamente seu nome.

Geraldo Alckmin (Partido da Social Democracia Brasileira): Entre os tucanos, o senador Aécio Neves (MG), ao apoiar o impeachment de Dilma Rousseff (PT), seria o herdeiro natural da recuperação econômica que se esperava com a posse de Temer. Atingido pela Lava Jato, abriu espaço para o governador paulista, Geraldo Alckmin, pleitear a candidatura.

João Doria (Partido da Social Democracia Brasileira): O desgaste da classe política tradicional, contudo, vem servindo de palanque para o prefeito paulistano, João Doria, apresentar-se como representante do “novo”. A disputa velada entre Geraldo Alckmin e o prefeito de São Paulo reorganiza forças dentro do PSDB e mesmo fora, com sondagens do Democratas e do PMDB a Doria.

Fernando Haddad (Partido dos Trabalhadores): Enquanto o ex-presidente faz sua caravana pelo Nordeste, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad ocupa o posto de plano B. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) já disse que não disputaria com Lula e flerta com a eventualidade de formar chapa com Haddad.

Henrique Meirelles (Sem partido): Sem clareza de quem será e o que defenderá o candidato do PSDB, o governo dá sinais de que pode lançar nome próprio como o ministro Henrique Meirelles (Fazenda). A conjunção desses fatores leva analistas a apostarem que, se a eleição chegar ao segundo turno, terá candidatos com votação baixa. Marina Silva (Rede Sustentabilidade): Em comparação, em agosto de 2013, salvo por Marina, que ainda não definira que sairia como vice de Eduardo Campos pelo PSB, o quadro era relativamente previsível, com Aécio disputando pelo PSDB e Dilma pelo PT. Mais uma vez, Marina não deixa claro se e como entrará na disputa. Sem estrutura partidária robusta e em meio à indefinição de Lula, ela se restringe a gestos: reuniu-se com artistas no Rio, em julho, uma vez na casa da empresária Paula Lavigne e outra na do ator Marcos Palmeira.

Jair Bolsonaro (Partido Social Cristão): No campo da militância de direita, Bolsonaro viaja o país há mais de um ano para falar de seu projeto nacional. Pretende deixar o PSC e se filiar ao Partido Ecológico Nacional (PEN) – que inclusive trocará de sigla para PATRIOTAS, à sua exigência – para viabilizar a candidatura. O seu adversário imediato é Doria, com quem pode vir a disputar a parcela mais centrista de seu potencial eleitorado.

Outros nomes Ciro Gomes (Partido Democrático Trabalhista): Já disse que só disputaria se Lula não for candidato e flertou com a possibilidade de formar chapa com Haddad.

Tasso Jereissati (Partido da Social Democracia Brasileira):
É apontado com o terceira via no PSDB diante do impasse paulista.

Rodrigo Maia (Democratas):
Condução na crise do governo Temer o projetou para 2018. Joaquim Barbosa (Sem partido): Sondado por Marina Silva e pelo PSB, admite refletir sobre candidatura.

Álvaro Dias (Podemos): Migrou para o Podemos para se lançar pré-candidato à presidência.

Chico Alencar (PSOL): Desistência de Luciana Genro abriu espaço para o deputado ser o nome do PSOL.

João Amoedo (Novo): Com reticência de Bernardinho, fundador do Novo está disposto a disputar.
Uma pesquisa do Blog do BG em parceria com o Instituto SETA  divulgado hoje dia 20 a visando as eleições do próximo ano. Estaria desenhado um segundo turno para governador entre a senadora Fátima Bezerra e o atual governador Robinson Faria. 

Na pesquisa estimulada, que é aquela em que os eleitores têm acesso a uma lista com nomes, Fátima lidera com 20% das intenções de voto. A frente de Robinson, que aparece em segundo com 15,6%. Em terceiro aparece o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (10,4%). E em último o ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado com 2,6%. Vale lembrar que esses nomes foram escolhidos por naturalmente serem candidatos ou por serem tratados nos bastidores da política como possíveis candidatos.

O total de indecisos ficou em 10%, mas o total dos que afirmou que não vai votar em ninguém, ou seja, que vai votar em nulo ou branco atingiu 41,3%. Um percentual alto de eleitores que previamente já decidiram que não pretendem votar nos nomes postos. A pesquisa do Instituto Setas foi realizada entre os dias 15 e 17 de maio com 1100 entrevistas, um grande número de entrevistados se comparado as pesquisas que tradicionalmente são divulgadas. Ela foi calculada com grau de de confiabilidade de 95% e com margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os desdobramentos de um mandato executivo e o seu escolhido vice no Brasil, sempre foram recheados de amor (antes da eleição) e ódio (depois da conquista do pleito executivo). Afinal, os números não mentem, poucos são os prefeitos, governadores e presidente no país, que terminam seus conquistados mandatos falando à mesma linguagem política eleitoral.

Depois da redemocratização, três vice-presidentes chegaram ao Palácio do Planalto,
José Sarney (1985/1990),
Itamar Franco (1992/1995) e o atual presidente,
Michel Temer (2016).

Todos filiados ao (PMDB). Portanto, se caso seja extinto pela nova reforma política, o cargo de vice, essa cobiçada função publica, já faz parte da história política do Brasil.
Wilma Maria de Faria nasceu no dia 17 de fevereiro de 1945.

E entrou para a vida pública como mulher de governador.

Era casada com Lavoisier Maia quando, em 1979, assumiu a presidência

do MEIOS – Movimento de Integração e Orientação Social.

À época ainda era conhecida por Wilma Maia.

Em 1983, já no governo de José Agripino Maia, Wilma

foi nomeada titular da Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social. Como gestora do órgão responsável por ações sociais do Governo, pôde demonstrar o carisma que tinha no contato, principalmente, com pessoas mais carentes, e em 1985 se afastou da gestão para disputar, pela primeira vez, a Prefeitura de Natal.

Começou mal a carreira política, perdendo para Garibaldi Filho, eleito prefeito da capital.

A derrota inicial deu o gás que ela viria a mostrar logo em seguida, quando ganhou dos eleitores o apelido de Guerreira.

Em 1986 Wilma se elegeu deputada federal e ajudou a escrever a Constituição que está em vigor.

Se destacou no Congresso Nacional pelos debates em torno dos direitos sociais e dos trabalhadores.

Na avaliação do DIAP – Departamento Intersindical de Assuntos Parlamentares, entre os 513 parlamentares da Câmara, ficou entre os deputados Nota 10.

Sem cumprir o mandato até o final, se candidatou novamente à Prefeitura de Natal em1988, derrotando o então candidato Henrique Alves, candidato do então prefeito Garibaldi Filho.

Foi eleita a primeira mulher prefeita de Natal.

Em 1992, ainda sem o instituto da reeleição em vigor, concluiu o mandato de prefeita e elegeu, derrotando mais uma vez Henrique Alves, o até então ilustre desconhecido engenheiro Aldo Tinoco.

A relação entre criador e criatura durou pouco mais de um ano e o rompimento foi inevitável.

Nessa época a Guerreira, que tinha como marca uma Rosa vermelha, símbolo do PDT, já estava separada de Lavoisier Maia.

Foi quando ela assumiu seu sobrenome e virou Wilma de Faria.

Sem mandato, disputou o Governo do Estado em 1994 e ficou em quarto lugar.

Dois anos depois, em 1996, disputou mais uma vez a Prefeitura de Natal e mais uma vez se elegeu, se reelegendo em 2000.

Em 2002, na metade do terceiro mandato de prefeita, renunciou ao cargo contra a vontade de aliados e assessores.

Ouviu a mãe, Dona Sally, e sem comunicar a ninguém, foi à Prefeitura e renunciou.

Entregou a administração ao seu vice, Carlos Eduardo Alves, e com apenas 2% de intenção de votos nas pesquisas realizadas com vistas ao Governo do Estado, disputou a eleição e ganhou.

Derrotou o então governador-candidato à reeleição, Fernando Freire.

Sozinha e desacreditada inicialmente até por seus sábios conselheiros, foi eleita a primeira mulher governadora do Rio Grande do Norte. 

Se reelegeu em 2006 derrotando o ex-governador Garibaldi Filho.

Foi o troco da eleição de 1985, quando Garibaldi a derrotou na sua primeira disputa eleitoral.

Em 2008, no meio do segundo mandato de governadora, Wilma enfrentou uma de suas maiores batalhas.

Acusado de envolvimento num esquema de desvio de dinheiro da Secretaria de Saúde, o filho Lauro, que vislumbrava uma carreira política, foi preso.

Golpe fatal para o começo de uma virada na história política da Guerreira destemida Wilma Maria de Faria, que em 2010, depois de renunciar ao Governo, passando o cargo ao vice Iberê Ferreira de Souza, disputou e perdeu a campanha para o Senado.

Em 2012 ela inverteu papéis.

E virou vice-prefeita de Carlos Eduardo Alves, que foi seu vice duas vezes e de quem herdou a Prefeitura.

Em 2013 perdeu a mãe, Dona Sally.

Sua eterna conselheira a deixou aos 87 anos.

Em 2014, na dúvida entre disputar o Governo, a Câmara e o Senado, apostou errado e mais uma vez perdeu a eleição, ao concorrer à única vaga de senador.

Perdeu para a senadora Fátima Bezerra.

Aí veio o câncer…

E a luta da Guerreira passou a ser mais difícil.

Restava a ela uma eleição municipal.

Para fechar a trajetória com chave de ouro, tinha que disputar um mandato de vereadora.

Era a chance de voltar a se sentir vitoriosa.

No meio da campanha, viagens a São Paulo e até uma cirurgia.

Pouco tempo e pouca disposição para andar de casa em casa abraçando o povo como gostava de fazer.

Se elegeu, mas sem a quantidade de votos esperada.

Mas se elegeu.

Tomou posse, elegeu presidente da Casa, assumiu cadeira na Mesa Diretora como segunda-vice-presidente, e conquistou espaço nas comissões temáticas.

Estava terminada a batalha.

Estava encerrada a vida.

Wilma de Faria deixa escrita a história mais bonita de uma mulher que um dia sonhou, e conseguiu, trabalhar pelo povo de sua cidade e de seu estado.

Thaísa Galvão
A Câmara Municipal de Guamaré realizou na tarde desta terça-feira (09), sessão solene para a entrega de títulos de cidadão, em homenagem aqueles que prestaram serviços relevantes à cidade.

A sessão comemorativa aos 55 anos de emancipação política de Guamaré, foi presidia pelo então presidente o vereador Emilson de Borba Cunha (Lula) e contou com a presença dos demais vereadores, secretários, e o povo em geral.
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Por outro lado quem roubou a cena foi a historiadora e ex-secretária de turismo de Guamaré, a Sr. Jandir Candeás, que deu um show de conhecimentos sobre a emancipação politica de nosso município, falando de quando ele foi emancipado até os dias de hoje. Dona Jandir tem um conhecimento adquirido ao longo dos anos, pois sempre buscou aprender, indo além.

O fundamental  de Jandir é que ela tem a humildade de transmitir todo o seu conhecimento dentro da verdade, e deixa a mente do povo sempre aberta. Ela tem uma fonte inesgotável de conhecimento. Em todos os eventos, principalmente de emancipação política, a presença dela é fundamental e merecesse toda a nossa atenção e respeito. 

A vereadora Atilandia Teixeira de Oliveira (Danda de Garrote – PDT), formalizou sua renúncia ao cargo eletivo, por meio de ofício encaminhado à Presidência da Câmara de Vereadores de Parazinho e lido em plenário no início da última sessão ordinária realizada na Casa Legislativa na noite desta terça-feira, 09 de maio de 2017. 

Segundo a ex-vereadora, a decisão oficializada tem caráter irrevogável uma vez que sua renuncia ao seu mandato para o qual foi eleita no pleito eleitoral de 02 de outubro de 2016, com 201 votos (4.66%) é de livre e espontânea vontade. Na mesma renuncia, Danda de Garrote solicita que seja convocado o seu suplente para assumir o mandato restante.

Com a renuncia, o Senhor José Geam Bezerra Gomes (Geam de Ladin – DEM), deve assumir o lugar da vereadora renunciante já que é o primeiro suplente. Geam de Ladin obteve 184 votos no último pleito eleitoral.

O Presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Veriano de Lima (Carlinhos de Veri – PMN), comunicou ao plenário que tomará as medidas pertinentes a respeito da renúncia da vereadora Danda. Segundo ele, diante do desligamento da Parlamentar resta dar encaminhamento aos procedimentos cabíveis e consequentemente dar posse ao suplente.

O ocorrido surpreendeu a todos pelo fato desta ser a primeira vez na história política de Parazinho que um agente público, no caso uma vereadora, renuncia ao seu mandato eletivo.