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Há quem diga que os tempos atuais já têm polêmicas demais entre os dois artigos política  e futebol. Apontamentos sobre a pretendida conjuntura espera que os profissionais do futebol e da política sejam árbitros e objetivos.

Ao observar mais amplamente o nosso personagem da foto, Hélio Willamy, nota-se que este é um verdadeiro craque no mundo da bola, além de um grande visionário da fé no mundo político.

Na época dessa foto, ele jogava como zagueiro (posição que ocupa até os dias atuais). Vale destacar que essa posição que surgiu no futebol é para defender ferrenhamente o seu time em campo, com passes, chutes, marcações, defesa, cabeceio, etc, no entanto, o seu vigor físico faz com que ele ataque e defenda ao mesmo tempo em alta velocidade e determinação, com mais eficiência. Ele possui ainda outros recursos como o bom posicionamento e alguns dribles. No futebol, Hélio tem como característica um forte arremesso nas sua finalizações

Já no campo politico a característica mas evidente são os cuidados com a coisa pública, com atitudes mais do que urgentes. Especialmente com decisões e discursos bem aplicados, buscando o melhor para o seu povo, caminhando pelo sentido mais tranquilo e  sempre perseverante. A característica mais evidente é cumprir todas as funções de um bom prefeito, trocando os chutes pelo os abraços, as marcações pelas determinações, as defesas pelos defendimentos, o cabeceio pelos brilhantismos toscanejos, e os dribles pelas afirmações.

O bom é que, além de executar todas essas características com eficiência, ele ainda tem outros recursos, como por exemplo, o bom posicionamento de líder com eventuais momentos de craques, embora em um intenso jogo de raciocínio e estudo, de jogadas calculadas, previsíveis e imprevisíveis, que na maioria das vezes chega até desconcertar o os adversário psicologicamente.

A premissa que diz "...O bom e talentoso é aquele que acerta o alvo que ninguém acerta. Craque é aquele que acerta o alvo que ninguém viu...". O craque de visão se mostra correto quando faz  um lançamento para aquele jogador que só ele viu livre, que nem a defesa de frente conseguiu enxergá-lo.

No futebol os gênios são os que fizeram jogadas de craques com uma frequência fora do comum devido à sua rapidez de raciocínio! 

Já na politica, os gênios são compostos por um conjunto de atributos como: humildade, sinceridade, honestidade e, acima de tudo, genialidade.
Café Filho, João Goulart, José Sarney, Itamar Franco, Michel Temer. O que eles têm incomum na política brasileira, ambos chegaram à presidência do Brasil, na condição de vice-presidente. Entretanto, o cargo de vice no Brasil, em muitos casos, não é considerado aliado político, e sim um complemento eleitoral.

Afinal, depois de eleitos tudo pode acontecer entre ambos, na defesa dos seus interesses individuais. Todavia, nesta novela real, o ator principal sempre fica de olhos abertos nas possíveis manobras do ator coadjuvante.
A noite deste quarta-feira dia 06, foi movimentada nos bastidores políticos da Terra do Sal. Além da reunião do prefeito Túlio Lemos com seus vereadores aliados nos chega a informação de que o vereador Oscar Paulino que se declarava oposição ao prefeito Túlio Lemos agora faz parte da situação, sendo dessa forma a mais nova liderança política do governo Túlio Lemos no distrito de Diogo Lopes.

Oscar é o vereador mais experiente da casa no seu sétimo mandato Com toda experiência política que carrega o vereador Oscar pode ocupar muito bem a posição de líder do governo na Câmara ou até mesmo ser o escolhido pelo prefeito Túlio Lemos para ser o próximo presidente da casa, uma vez que a experiência do vereador Oscar seria muito útil para ser utilizada contra os vereadores de oposição e até mesmo contra o atual presidente Jairton Medeiros Pintinho com quem Túlio vem se estranhando a tempo.
A primeira-dama do RN, Julianne Faria, deixa a Secretaria de Assistência Social do RN. Fez o anúncio em sua conta pessoal no Instagram. Sem anunciar o motivo de sua saída da pasta, Julianne deixa o governo em meio a uma grave crise financeira e política do Governo. A noticia pegou todo mundo de surpresa, o governador Robinson Faria está em Brasília e ainda não se pronunciou sobre a decisão da esposa.
Eleito com mais de um milhão de votos em 2014, o deputado Tiririca (PR-SP) subiu à tribuna da Câmara nesta quarta-feira para anunciar que faria seu primeiro e último discurso, afirmando que vai "deixar a política". Tiririca disse que deixará o Parlamento "triste para caramba" e acrescentou que o que acontece na política e também no Congresso é "vergonhoso".

Subo pela primeira vez e a última (à tribuna). Estou saindo triste para caramba, estou muito chateado mesmo com o Parlamento.

Não fiz muita coisa, mas pelo menos fiz o que fui pago para fazer. O que vi nestes sete anos saio com vergonha. Mas gostaria que vocês - só um pedido de gente, de povo - olhassem mais para o povo — disse Tiririca.

O parlamentar disse parlamentares têm "mordomia" e ganham bem.

Nem todos os 513 trabalham. É vergonhoso: ando de cabeça erguida porque tenho coragem, mas muitos de vocês andam disfarçados. Já vi deputados envergonhados. A gente é bem pago, R$ 23 mi limpos, tem apartamento, mordomia. Não fiz nada, mas o pouco que eu fiz, fiz de cabeça erguida. É vergonhoso, é uma vergonha — disse ele, repetidas vezes.

Nestes sete anos, Tiririca ficava no canto do plenário e sentava nas cadeiras destinadas a assessores e não nas reservadas aos deputados. Artista, tendo a profissão de palhaço, o parlamentar sempre preferiu ficar no canto, sempre aceitando tirar fotos e selfies pedidas.

Ao final do rápido discurso, ele recebeu alguns aplausos, como do colega Esperidião Amin (PP-SC).
Apesar do presidenciável Ciro Gomes (PDT) compartilhar com algumas pessoas no Rio Grande do Norte que iria a Mossoró com o prefeito-governadorável Carlos Eduardo Alves (PDT), para uma conversa com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), os planos mudaram. Mas Carlos Eduardo foi à casa da prefeita Rosalba hoje pela manhã, em Mossoró, só que sem Ciro Gomes.

Carlos, que já tinha discutido com seus companheiros de chapa, senadores Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino Maia (DEM), que buscaria o vice em Mossoró, por indicação do grupo da prefeita, conversou com Rosalba e Carlos Augusto Rosado, presidente do PP.

O filho Kadu Ciarlini, que apesar de ter negado, teve o nome ventilado para ser indicado o vice de Carlos Eduardo, para evitar que a especulação ganhasse corpo, não participou da reunião.

A conversa de Carlos Eduardo com Carlos Augusto e Rosalba foi longa. De Prefeitura – Carlos e Rosalba reoresentam as duas maiores cidades do RN – a chapa majoritária – os dois representam os dois maiores colégios eleitorais do RN.

Carlos Eduardo registrou o encontro em seu instagram. A foto foi feita sem o primeiro-damo Carlos Augusto. Detalhe: As amenidades a que Carlos Eduardo se referiu foram…política. Formação da chapa de governador.
Não é bem o afastamento do governador Robinson Faria o que se articula nos bastidores da política. Mas a inelegibilidade.

Querem tirar Robinson do processo eleitoral do próximo ano. As contas reprovadas hoje por unanimidade no Tribunal de Contas seguirão para a Assembleia Legislativa que, referendando a reprovação, tornará o governador inelegível por 8 anos. Os bastidores cogitam…

Para evitar a inelegibilidade, Robinson poderá combinar com os deputados sua renúncia. Deixaria o caminho aberto para o surgimento de outra candidatura ao Governo e permaneceria apto a se candidatar. A senador…a deputado…

No final fica a pergunta: retirar Robinson do projeto em nome de quem? De quem não acredita em lei de retorno, em roda que gira…
O governador Robinson Faria começa a partir desta segunda-feira a viver o que pode ser o declínio irreversível de sua gestão, que, a depender do jogo de bastidor em andamento, não chegará a 31 de dezembro de 2018, quando terminaria naturalmente seu mandato.

O Tribunal de Contas do Estado decidiu, por unanimidade, desaprovar as contas de gestão de Robinson Faria. O julgamento está longe de se encaixar apenas na técnica. É questão política.

Foi por uma questão política, transmudada em argumento técnico, que defenestraram Dilma Rousseff do Palácio do Planalto. A partir de agora, o enredo que se desenha é para que ocorra o mesmo no Palácio dos Despachos.

O resultado do TCE tem efeito de parecer, pois caberá à Assembleia Legislativa referendar ou rechaçar o que na Corte foi decidido.

Mas há diferenças. Enquanto para tornar inelegível, impedindo de se disputar uma eleição, é obrigatório que a Assembleia se acompanhe o TCE, para um pedido de impeachment basta o parecer da Corte de Contas. De todo modo, é na Assembleia que se dará a discussão sobre a deposição do governador.

A essa altura, Robinson já identifica as digitais da manobra de quem olha para 2018 e pensa o seguinte: não podemos apoiar Fátima e é inviável apresentar palanque para a reeleição do governo que aí está.

Entrincheirado pelo avanço dos poderes; ensurdecido pela grita dos servidores públicos; desaprovado por uma política de segurança pública que não decolou; encalacrado por uma denúncia no Superior Tribunal de Justiça, Robinson Faria está acuado.

Foi sua posição de quase imobilização que as circunstâncias empurraram para sua sala que permitiu ao TCE assumir o papel dos peões no xadrez político.

No xadrez, os peões sempre vão na frente.

Com reiteradas orientações e determinações sobre o saque ao fundo previdenciário desobedecidas, a Corte de Contas manda avisar que não é instituição figurativa.

Não sendo convidada para reuniões recentes onde se discutiram entre outros poderes formas de sacar recursos previdenciários, a Corte se exasperou. 

Topou reprovar as contas.

Tinha argumento técnico e motivação política. Mais essa que aquele.

É questão de dias para surgir a questão do impeachment, que virá ancorada no discurso da intransigente necessidade do cumprimento das regras.

Mais do que de regras, precisamos de novos fins e valores. Isso, as instituições que aí estão, maculadas pelo peso abusivo do poder econômico e pela disseminação do cinismo, não podem nos dar.
Depois de receber oito veículos para reforçar o atendimento das equipes do Programa Estratégia de Saúde da Família-ESF, a saúde pública do município de Guamaré vai ganhar muito em breve uma moderna unidade móvel para atendimento médico e odontológico. A ordem de compra do veículo já foi assinada pelo prefeito Hélio Willamy.

A unidade vai passar a oferecer à população serviços médicos, odontológicos e multidisciplinares, chegando até as localidades que apresentam uma maior dificuldade de acesso aos serviços de saúde. “Vamos atender nas áreas rurais com esse ônibus, que passa a funcionar como uma unidade básica de saúde móvel”, explicou o secretário de saúde do município, Adriano Diógenes.

Ainda de acordo com Adriano, a equipe de saúde atenderá na unidade móvel, seguindo as diretrizes definidas pela Política Nacional da Atenção Básica, atuando para garantir as ações de promoção e prevenção e o atendimento básico às populações, prioritariamente rurais, assentadas e as famílias que vivem em áreas isoladas ou de difícil acesso.
Para o prefeito Hélio Willamy, essa unidade reforça o compromisso de sua gestão em Guamaré com uma saúde de qualidade, não somente na sede do município, mas em todas as demais áreas, de modo que nenhum cidadão de guamareense fique sem assistência na Atenção Básica.

Estrutura da Unidade Móvel:
Cabine do motorista com cinco passageiros Dois Ar condicionados de 15 mil BTUS

Uma sala de atendimento odontológico:
Uma cadeira odontológica • Um Raio–X odontológico • Uma Autoclave 21 litros • Uma pia com tampo em inox.

Sala de atendimento clínico:
Uma mesa de prescrição • Uma maca tipo armário • Um roteador 3G Wifi • Dois toldos com 2,5 m de avanço • Iluminação em led


NOTA OFICIAL
Na manhã deste dia 1º de dezembro recebi com surpresa a notícia de uma sentença judicial em que cassa o meu diploma de vereadora. A vida às vezes nos prega algumas peças, mas dela devemos extrair as lições que servem para nortear a caminhada.
Como cidadã e representante do povo, respeito a decisão do judiciário. Irei recorrer na forma da lei a segunda instância, mas não posso deixar de expressar minha profunda indignação.
Me sinto injustiçada com esta decisão. Eu e toda Guamaré é sabedora de que há mais de um ano alguns adversários inconformados com a derrota nas urnas, orquestraram uma denúncia implacável, procurando se agarrar a detalhes que em nada podem invalidar a vontade de povo. Fui eleita de forma democrática para Câmara Municipal de Guamaré com uma votação expressiva de 580 votos.
Alguns desses adversários usam a imprensa, anunciam posse nas redes sociais, mandam recados, produzem declarações inverídicas sobre minha conduta, tudo com o interesse sórdido de tomar a força um mandato que me foi conferido legitimamente pelo povo de Guamaré.
É deplorável que pessoas que se dizem de bem ainda se prestem a trama ardilosa, produzindo inverdades em uma forma de política odiosa, a fim de abafar qualquer boa intenção e perspectiva diferente de pensamento.
Sou autêntica e sincera. Sei que meu estilo incomoda a muitos, mas fui eleita por uma parcela da sociedade que precisa da minha voz em defesa deles na Câmara Municipal.
Vejo hoje a manchete em blogs com a matéria sobre a cassação de meu diploma, mas consigo ver mais além. Vejo nas entrelinhas verdadeiros lobos em pele de cordeiro. Pessoas que tentam nos difamar, caluniar e oprimir aqueles que ainda tem uma centelha de fé em uma sociedade mais justa e em favor dos mais humildes.
Lamento profundamente a judicialização dos atos da vida social e política, lamento também que o dogmatismo jurídico tente tomar a verdade dos autos como se fosse a verdade real.
Enfim, seguirei firme e confiante, cada vez mais forte para defender o mandato que nos foi confiado. E aqueles que tentam de forma implacável fazer sucumbir a grandeza da democracia, eu os lembro que eles podem tentar apagar o brilho, ou impedir as rosas, mas não impedirão a primavera.
Aos meus eleitores e a toda sociedade Guamareense, reafirmo que sigo confiante, certa de que sempre defendi o justo, o correto, e o melhor para a população de nosso município.
Entre os dias 30 de Novembro e 1º de Dezembro os vereadores de Guamaré,
Emilson de Borba (presidente)
Gustavo Santiago
Eliane Guedes
Lisete Negreiros e
Edinor Albuquerque, vereador e vice-presidente da UVERN.

Estão participando do Encontro Nacional de Legislativos. A conferencia é proferida pelo Juiz da Comarca de Mossoró, Dr. Herval Sampaio, dentro do Encontro Nacional de Legislativos, que acontece em Natal. O tema foi a “A Importância do Vereador para a Retomada da Política”.

Via: Guamaré News
Reginaldo Dantas, ex-vereador do município e, que foi candidato a Prefeito em 2016, anuncia sua saída do Partido da Social Democracia Brasileira-PSDB. A legenda é atualmente Presidida no RN pelo Deputado Ezequiel Ferreira.

O ex-vereador de Jandaira disse que é hora de fazer uma reflexão sobre o momento político nos cenários nacional, estadual e principalmente, no municipal.

No momento oportuno e após conversar com familiares e fiéis eleitores que, mesmo no momento difícil, o acompanharam, aí sim, escolherá uma legenda para continuar na militância política do município.
O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves combinou com os senadores Garibaldi Alves e José Agripino para realizar uma reunião política com o presidente Temer, fora da agenda oficial, no Palácio do Jaburu, residência oficial do chefe do Poder Executivo.

Carlos Eduardo Alves quer saber se o presidente Temer vai realmente ajuda-lo na eleição caso venha ser candidato ao Governo do Estado fazendo aliança com Garibaldi Alves e José Agripino.

O prefeito de Natal, exigiu que o encontro com Temer não seja divulgado..
Carlos Alberto de Sousa nasceu em Natal no dia 26 de dezembro de 1945, filho de José Paulino de Sousa e de Genemar Gomes de Sousa. Concluiu o curso de contabilidade na Escola Técnica de Comércio Municipal, em Natal, no ano de 1972. Também radialista, empregou-se na rádio Cabugi de Natal, de propriedade do ex-governador Aluísio Alves, uma das principais lideranças políticas do estado. Notabilizou-se em seus programas de auditório por uma linguagem de cunho popular e pela distribuição de cadeiras de rodas às populações carentes.

Foi também empresário de vários artistas e gravou um disco com duas músicas de sua autoria. No pleito de novembro de 1972, favorecido pela popularidade alcançada no rádio e tendo o apoio de Alves, elegeu-se vereador em Natal pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instaurado no país em abril de 1964. 

Empossado no início do ano seguinte, foi segundo-secretário da Câmara Municipal. Novamente apoiado por Aluísio Alves, elegeu-se, nas eleições de novembro de 1974, deputado estadual no Rio Grande do Norte pelo MDB. Iniciando o mandato no ano seguinte, tornou-se segundo-secretário da Mesa da Assembléia Legislativa e foi presidente das comissões de Desenvolvimento e de Redação Final. De 1975 a 1977, ocupou também o cargo de segundo-secretário da seção estadual do MDB. Em 1975, concluiu o curso de psicologia da administração pela Fundação Padre Ibiapina.

No pleito de novembro de 1978 elegeu-se deputado federal, sempre pela legenda oposicionista, tendo sido o deputado mais votado de seu estado. Nesta época, deixou o grupo “moderado” do MDB potiguar — liderado por Aluísio Alves — e aliou-se aos “autênticos”, que faziam uma oposição mais sistemática ao regime militar. Afastou-se também da rádio Cabogi, por discordar de um acordo feito por Alves com Tarcísio Maia, líder da governista Aliança Renovadora Nacional (Arena).

Carlos Alberto assumiu o mandato na Câmara dos Deputados em fevereiro do ano seguinte. Com o fim do bipartidarismo (29/11/1979) e a posterior reorganização partidária, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), agremiação que deu continuidade ao MDB, embora anteriormente houvesse se aproximando da corrente liderada por Leonel Brizola que daria origem ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). 

Também em 1979, concluiu o curso de atualização em direito do trabalho na Fundação Padre Ibiapina e, na Câmara, foi titular da Comissão de Comunicação e suplente das comissões de Trabalho e Legislação Social e de Serviço Público. Participou ainda como suplente da Comissão de Relações Exteriores (1980) e foi titular das de Ciência e Tecnologia (1981) e de Constituição e Justiça (1983-1984). Desligou-se do PMDB em 1981, filiando-se em seguida ao Partido Democrático Social (PDS), agremiação que sucedera à Arena.

Sua surpreendente adesão ao partido governista foi vista por alguns de seus críticos como uma forma de sanar a difícil situação financeira do jornal Folha da Manhã, editado pela Aliança Gráfica e Editora, de sua propriedade. Depois de seu ingresso no PDS, foi indicado para uma das vice-lideranças do governo na Câmara.

Ligado ao ministro do Planejamento, Delfim Neto, ocupou a tribuna do Legislativo federal em várias oportunidades para defender-lhe a política econômica. Foi ainda membro do Conselho de Ética do diretório nacional do PDS e vogal da executiva do partido no Rio Grande do Norte. Em novembro de 1982, elegeu-se senador pelo PDS potiguar, assumindo o mandato em fevereiro do ano seguinte.

Em agosto de 1983, defendeu a renegociação política da dívida externa brasileira, sugerindo a criação de uma comissão de senadores para discutir o problema junto ao Congresso dos Estados Unidos. Ainda neste ano, depois das críticas que fizera ao ministro-chefe do Gabinete Civil, João Leitão de Abreu, deixou o cargo de vice-líder do governo no Senado. Em 1984, participou como titular das comissões de Serviço Público Civil, de Municípios e de Constituição e Justiça do Senado. Com a derrota na Câmara, em abril desse mesmo ano, da emenda que previa o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República, tiveram início as articulações partidárias para o Colégio Eleitoral que iria escolher o sucessor do general João Batista Figueiredo (1979-1985).

]Apoiando com discrição a pré-candidatura de Paulo Maluf no PDS, Carlos Alberto ameaçou, em maio de 1984, transferir-se para o grupo do ministro do Interior, Mário Andreazza. No entanto, com a vitória de Maluf na convenção de agosto, tornou-se seu porta-voz junto a Figueiredo. Coerentemente com essa posição, votou no candidato governista no Colégio Eleitoral de 15 de janeiro de 1985 que elegeu o ex-governador de Minas Gerais Tancredo Neves.

Eleito pela Aliança Democrática, coligação do PMDB com a dissidência do PDS reunida na Frente Liberal, Tancredo, no entanto, não chegou a assumir a presidência em março seguinte. Acometido por uma grave doença, foi substituído por seu vice José Sarney, efetivado no cargo após a morte do ex-governador mineiro no dia 21 de abril. Em junho de 1985, Carlos Alberto lançou a candidatura de sua esposa, Míriam Garcia de Araújo Sousa, à prefeitura de Natal, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), para o qual se havia transferido. Na ocasião, referindo-se ao PDS, afirmou que o partido encontrava-se “sob a camisa-de-força” do governador Agripino Maia no Rio Grande do Norte. Também em 1985, concluiu o curso de comunicação social, com habilitação em publicidade e propaganda na Faculdade de Direito do Centro Universitário de Brasília. No biênio 1985-1986, representando o PTB, foi suplente das comissões de Constituição e Justiça e de Legislação Social e titular da Comissão de Assuntos Regionais e de Fiscalização e Controle do Senado.

Na Assembléia Nacional Constituinte (ANC), cujos trabalhos foram instalados em 1º de fevereiro de 1987, integrou como titular a Subcomissão do Poder Executivo, da Comissão da Organização dos Poderes e Sistema de Governo, e, como suplente, a Subcomissão de Tributos, Participação e Distribuição de Receitas, da Comissão de Sistema Tributário, Orçamento e Finanças. Nas principais votações do período, votou contra o mandado de segurança coletivo, a estatização do sistema financeiro, a proibição do comércio de sangue, a limitação para os encargos da dívida externa, a legalização do jogo do bicho e a desapropriação da propriedade produtiva.

Votou a favor da pena de morte, da proteção ao emprego contra a demissão sem justa causa, da jornada semanal de 40 horas, do turno ininterrupto de seis horas, do aviso prévio proporcional, do voto facultativo aos 16 anos, do presidencialismo, da nacionalização do subsolo, do mandato de cinco anos para Sarney, da criação de um fundo de apoio à reforma agrária e da anistia aos micro e pequenos empresários.

Absteve-se quanto à limitação do direito à propriedade privada e ausentou-se nas votações sobre a criminalização do aborto e a soberania popular. Com a promulgação da nova Carta Constitucional em 5 de outubro de 1988, continuou a participar dos trabalhos legislativos ordinários do Senado, tendo presidido a Comissão de Economia entre 1989 e 1990. Ainda em 1989, visitou a Inglaterra na condição de membro do Parlamento Latino-Americano (Parlatino), em viagem de estudos com vistas ao reatamento das relações diplomáticas entre aquele país e a Argentina.

Transferindo-se para o Partido Democrata Cristão (PDC) em 1990, tentou se candidatar à reeleição no pleito de outubro deste ano. Contudo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Norte impugnou sua candidatura, por ter considerado “nula de pleno direito” a convenção do partido que homologou o seu nome. Com isso, deixou o Senado em janeiro de 1991, sem ter concorrido à reeleição em outubro do ano anterior. De volta à carreira política, no pleito de outubro de 1994 elegeu-se deputado federal, agora pelo Partido da Frente Liberal (PFL), partido ao qual se filiara em 1993. Empossado em fevereiro de 1995, foi membro da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle e titular da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de direitos autorais.

No mesmo ano, exerceu também o cargo de primeiro vice-presidente do PFL. Nas votações das emendas constitucionais propostas pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1995, votou a favor da quebra do monopólio dos governos estaduais na distribuição de gás canalizado, da quebra do monopólio das embarcações nacionais na navegação de cabotagem, da quebra do monopólio estatal das telecomunicações, da quebra do monopólio da Petrobras na exploração de petróleo e da mudança do conceito de empresa nacional.

Foi também favorável à prorrogação do Fundo Social de Emergência, rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal, que permitia ao governo gastar 20% da arrecadação de impostos, sem que estas verbas ficassem obrigatoriamente vinculadas ao setores de saúde e educação. Em junho de 1996, já integrando a bancada do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira — que substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira —, imposto sobre transações bancárias criada como fonte complementar de recursos para a saúde. Em fevereiro de 1997, sempre acompanhando os votos do governo, declarou-se favorável à emenda que aprovou a possibilidade de reeleição para prefeitos, governadores e o presidente da República.

Em novembro seguinte, votou também a favor do destaque do projeto de reforma administrativa do governo que instituiu o fim da estabilidade no serviço público por insuficiência de desempenho ou por excesso de gastos com pessoal. Durante a legislatura, participou de várias comissões na Câmara, entre as quais as de Educação, Cultura e Desporto (1995-1996), Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (1996-1998), Agricultura e Política Rural (1997) e Minas e Energia (1997). Disputou uma cadeira para o Senado no pleito de outubro de 1998, pela legenda do PSDB, sem, contudo, eleger-se. Faleceu em Natal no dia 22 de dezembro de 1998, em pleno exercício do mandato de deputado. Sua vaga na Câmara foi ocupada pela suplente Ana Catarina Alves. Teve três filhas de seu casamento com Míriam de Sousa. Publicou Autonomia universitária (1985), Manual do vereador (1984) e Visão política (1984).

A conjuntura política brasileira aponta para um grande número de pré-candidatos a presidente da República, no próximo pleito. O Partido Novo, formado pelo grande empresariado brasileiro, está lançando o nome do empresário João Amoêdo a presidente da República.
Bem, o deputado Kelps, através do pai de Priscila, o ex-prefeito de Caiçara do Rio do Vento, Felipe Müller, conseguiu trazer a jovem empresária para legenda, e as garantias eram de que ela podia trabalhar e fortalecer a base do Partido apresentado o seu nome para ajudar no desempenho nestas eleições de 2018, inclusive com o pensamento de que não só Priscila, mas muitas lideranças, em todas as regiões do estado, iriam ter a mesma oportunidade para formar uma legenda e eleger o maior número possível de representantes para o Legislativo do RN.

O deputado Kelps publicou um conteúdo afirmando que existia um acordo para que o irmão de Priscila, prefeito de Caiçara do Rio do Vento, assinasse filiação no Solidariedade, inclusive dando um prazo para que Felipe estivesse com a irmã na legenda. Como Felipe não se filiou, a executiva do Partido se reuniu, analisou a situação e achou por bem, decidir que Priscila não teria mais espaço na legenda.

Sem muitas delongas, o deputado Kelps pode até dizer que é coerente e faz política com seriedade e democracia, mas não vai conseguir tirar da sociedade que ele provou a sua hipocrisia e demagogia em fazer discursos e ter práticas diferentes de suas palavras. Kelps deixa bem claro que é igualzinho aos políticos profissionais do Rio Grande do Norte.

Não é possível que com tudo que a sociedade vem testemunhando com tantos atos ilícitos de corrupção, ainda tenha que ver também, na cara de pau, um parlamentar usar do Poder em mandar em um Partido com claras intenções de proteção pessoal e simplesmente, por causa de uma filiação de um parente da pré-candidata, expulsa-la da legenda.

Priscila Müller se pronunciou sobre o caso, ficou revoltada com o ato de Kelps, classificou como traição, porém, se mantém firme no projeto e acredita que agora a população do Rio Grande do Norte passará a conhecer bem melhor o seu projeto e proposta para representar a população.
Os trabalhadores do Departamento Estadual de Trânsito do RN (DETRAN/RN), deliberaram em assembleia na manhã de sexta-feira (17), em Natal, pela continuidade da greve estabelecida já no dia 07 de novembro, cujo início se daria no último 10, quando a categoria parou.

Os servidores haviam decidido pela suspensão do movimento grevista por uma semana, acatando a proposta do Governo que se comprometeu em encaminhar à Assembleia Legislativa do RN, os projetos da reposição de perdas salariais da categoria e o auxílio alimentação, além de cumprimento das promoções devidas. A previsão era que isso acontecesse até a sexta-feira, data que a categoria seria posta a par das decisões do Governo pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN (SINAI/RN), registra nota publicada na página virtual da própria organização sindical.

Das informações que se teve dos dois projetos, a direção do Sindicato conseguiu saber que os processos não haviam chegado na ALRN conforme o compromisso do governo. Já o processo da reposição das perdas no que diz respeito as tabelas salarias da categoria, a intervenção sugerida pelo Conselho de Política de Administração e Remuneração de Pessoal (COARP), é no sentido de causar ainda mais prejuízos aos trabalhadores, achatando os salários da categoria na carreira.

Durante a assembleia, já decorrido um tempo, a direção do SINAI/RN e a categoria presente receberam a visita do gestor do Departamento, Júlio César Soares, que solicitou aos presentes dar informes das reivindicações dos trabalhadores. Sem conseguir falar do que não aconteceu, o envio dos projetos à ALRN, Júlio César limitou-se a dizer que ambos estavam sendo encaminhados, e que, inclusive, um deles, o da reposição das perdas, mesmo com a recomendação do COARP que propõe o absurdo de diminuir os salários da categoria, seria ainda analisado.

Portanto, sem envio dos projetos, conforme compromisso assumidos pelo Governo do Estado e direção do DETRAN/RN está confirmada a decisão de deflagrar paralisação grevista a partir de segunda-feira.
O vice prefeito da cidade de Jucurutu/RN, o Sr. José Pedro gravou um vídeo com esclarecimentos e na ocasião lançou um desafio a presidente da câmara municipal do município. No vídeo José Pedro "o gari", desafiou a presidente da câmara a colocar um projeto de lei, no qual reduziria o salário de toda classe política do município.

Diante de tantas turbulências no mundo da política atual, é bom saber que ainda existem políticos de bom coração, que trabalham em prol da população sem visar interesses próprios. Que sirva de exemplo para todos os políticos, sejam eles deputados, senadores, governadores. O blog Cleber Lima aproveita para parabenizar o senhor vice prefeito José Pedro, e o prefeito Valdir, pelo excelente trabalho prestado a população da cidade de Jucurutu.
Tiririca, um recordista de votos, fez nesta semana uma revelação chocante sobre as eleições de 2018. Ninguém imaginaria que ele diria algo tão impactante depois de viver dois mandatos como deputado federal. O deputado Tiririca fez uma das mais profundas análises sobre a política brasileira jamais feita por nenhum outro deputado com doutorados e mestrados. Sua simplicidade explica da maneira mais correta o atual cenário político do Brasil.

“Desisto! Este lugar não é para mim. 513 deputados eleitos pra representar o povo mas só representam os interesses de seus protegidos. Meu povo está sofrendo pensando se vão ter dinheiro pra fazer compra no final do mês e estes caras só pensando se vão se reeleger para um próximo mandato.

É gente que não tem talento pra fazer outra coisa na vida. Gente que se perder o mandato não consegue emprego em nenhuma empresa séria. Graças a Deus eu tenho o dom da palhaçaria. Graças a Deus tenho saúde e força para trabalhar fora da arte também. Não me envergonharia de trabalhar como pedreiro ou pintor novamente. Me envergonharia de ter que trocar favor ou pedir dinheiro pra salvar mandato de bandido.

O sistema ta viciado. Tem gente em Brasília que está há mais de 20 anos emendando um mandato no outro. Ficando milionário com o empobrecimento do povo. Não quero mais concorrer a nenhum cargo político. Não quero ficar perto de deputado que faz dancinha pra comemorar a impunidade. Quero ficar perto de minha família e de Deus. Durante 8 anos não faltei nenhum dia as sessões aqui em Brasília. Deixei de abraçar meus filhos no dia do aniversário para estar aqui trabalhando sério, enquanto isso via deputado faltar a semana inteira e ficar postando frase de efeito no facebook.

Chega! Para mim não dá mais. Vou orar para que o Brasil encontre um presidente que bote moral nos deputados. Chega de presidente que passa a mão na cabeça de gente interesseira e sem compromisso com o Brasil. Deus tenha misericórdia de nós!” Deputado Francisco Everardo (Tiririca).

A Semana do Jovem Eleitor foi aberta com uma programação variada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de incentivo ao alistamento eleitoral e ao voto consciente da juventude. Pelo artigo 14 da Constituição Federal, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos aos jovens de 16 e 17 anos, aos maiores de 70 anos e aos analfabetos.

Participe das diversas ações da Semana do Jovem Eleitor em seu estado, consultando os portais do TSE e dos TREs na internet. Desde 28 de outubro, já estão sendo veiculadas no rádio, na televisão e nas redes sociais campanhas de conscientização, lançadas pela Justiça Eleitoral, voltadas aos jovens.

As campanhas têm como objetivo fortalecer o interesse dessa faixa etária em participar vida política, contribuindo, assim, com o destino do país.