Acompanhado do deputado estadual Hermano Morais, o prefeito de Guamaré Hélio Willamy esteve nesta terça-feira, 27, no Departamento de Estradas de Rodagem-DER, onde foi recebido pelo Diretor de Obras e Operações Caio Pascoal. Hélio cobrou o convênio da direção do órgão para intervenções na RN 401, rodovia que liga a comunidade de Baixa do Meio a sede do município. Na audiência, o prefeito Hélio Willamy pediu agilidade na formalização da parceria para o início da operação tapa buracos e ainda levantou a possibilidade de um convênio para obras de alargamento de trechos nos 23 quilômetros da rodovia. O secretário municipal de Obras, Keke Rosberg também participou da audiência na capital do Estado.
Os nove vereadores que compõem a Câmara Municipal de Guamaré se reunirão nesta terça-feira, 27, no plenário do Legislativo a partir das 15h, para a última sessão do primeiro período ordinário do atual mandato, dirigida pelo presidente, vereador Emilson de Borba Cunha. Após esta data, a Câmara inicia o período de recesso e só retornará aos trabalhos para o segundo período a partir do dia 1º de agosto.
Um acidente envolvendo uma MOTO X CARRO da Prefeitura do Alto do Rodrigues (Carro Oficial).
deixou uma vitima fatal no município de João Câmara. A vitima trata-se de LENILSON DA SILVA mais conhecido por GAGO, MORADOR DO DISTRITO DE BAIXA DO MEIO.

VÍDEO DO ACIDENTE.
As imagens mostram quando um ônibus, em alta velocidade, atinge o carro de passeio em que ela e o marido seguiam na parte traseira. O acidente ocorreu num cruzamento sem sinalização. O carro em que Eliza estava chega a rodar e bater contra a parede de um imóvel, na esquina das ruas Arauá e Maruim.
Apesar de Tudo Marcos Antonio
Quase sempre quando abatido
Eu me encontro
Me refugiar depressa
Eu vou ao pé da cruz
E de lá com a vitória certa Eu me levanto
Sem resposta o aflito nunca volta de Jesus
Inimigos meus não sabem qual o meu segredo
Como e de que forma eu sempre sou um vencedor
Apesar dos meus fracassos Muitos deles não sabidos
Conhecidos em detalhes pelo meu Senhor.
Se julgado e condenado pelos homens fosse eu
Derrotado eu já estaria, assim seria Ainda bem que me conhece
intimamente é o meu Deus
Que apesar de tudo está comigo todo dia.
Quando pelas opressões eu fico desolado E enclausurado eu não falo com ninguém Me recolho em oração sozinho ajoelhado
Sinto um bálsamo suave que surgindo vem É preciso as vezes pra subir descer primeiro
E o caminho do esquecimento conhecer Se deixar ser amassado pelo grande oleiro Ser ferido e humilhado pra exaltado ser.
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Eu nunca acreditei na inveja, pois para mim jamais fizera sentido alguém sentir inveja de mim, nada tenho a oferece, não sou rico.. apenas trabalho para sobreviver.

Após um tempo, fui obrigado a acreditar que a inveja existi sim, e que algumas pessoas não precisam de que você seja rico para lhe invejar, bastam-lhes ser somente como SOS. Qualidades, colocar a mãos nas coisas e dar certo causa inveja em quem não sabe lutar, crescer dói, pois quando criança não enxergamos a maldade, a falsidade no coração das pessoas, crescer nos mostra que tem mais gente empenhada em nos destruir de alguma forma que nos ajudar, o mais intrigante é que quem sente inveja de você se diz invejado por alguém, ou até mesmo por você.

A inveja cega tanto quem a sente que o faz amargo, rancoroso, desconfiado, pois assim como ele, na cabeça dele todos podem ser traiçoeiros, todos podem querer seu mal, a pessoa invejosa se faz de vítima, quer ser digna de pena e atenção, é insegura, por não saber lutar só se alimenta de quer puxar tapetes a todo custo, geralmente não conseguem, porque todo invejoso escolhe as pessoas mais fortes espiritalmente para tentar derrubar.

Durante esta minha análise sobre a real existência da inveja vi que há variados graus desta, hora fraca, geralmente vem daqueles que estão por perto, estes a sentem e não percebem. A moderada, a pessoa sabe que a sente, mas tenta contornar, e por fim a forte.. essa é a que mais vejo, e foi citada acima.. triste realidade, essas pessoas acabam dedicando sua vida apenas a destruir, e de graça.. essas pessoas me lembrou o Dick Vigarista do desenho A Corrida Maluca.

O Dick passava mais tempo tentando prejudicar os oponentes que de fato tentando vencer a corrida. É cliché, mas quanto mais distância puder tomar de pessoas como essas, melhor!!!
Wilma Maria de Faria nasceu no dia 17 de fevereiro de 1945.

E entrou para a vida pública como mulher de governador.

Era casada com Lavoisier Maia quando, em 1979, assumiu a presidência

do MEIOS – Movimento de Integração e Orientação Social.

À época ainda era conhecida por Wilma Maia.

Em 1983, já no governo de José Agripino Maia, Wilma

foi nomeada titular da Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social. Como gestora do órgão responsável por ações sociais do Governo, pôde demonstrar o carisma que tinha no contato, principalmente, com pessoas mais carentes, e em 1985 se afastou da gestão para disputar, pela primeira vez, a Prefeitura de Natal.

Começou mal a carreira política, perdendo para Garibaldi Filho, eleito prefeito da capital.

A derrota inicial deu o gás que ela viria a mostrar logo em seguida, quando ganhou dos eleitores o apelido de Guerreira.

Em 1986 Wilma se elegeu deputada federal e ajudou a escrever a Constituição que está em vigor.

Se destacou no Congresso Nacional pelos debates em torno dos direitos sociais e dos trabalhadores.

Na avaliação do DIAP – Departamento Intersindical de Assuntos Parlamentares, entre os 513 parlamentares da Câmara, ficou entre os deputados Nota 10.

Sem cumprir o mandato até o final, se candidatou novamente à Prefeitura de Natal em1988, derrotando o então candidato Henrique Alves, candidato do então prefeito Garibaldi Filho.

Foi eleita a primeira mulher prefeita de Natal.

Em 1992, ainda sem o instituto da reeleição em vigor, concluiu o mandato de prefeita e elegeu, derrotando mais uma vez Henrique Alves, o até então ilustre desconhecido engenheiro Aldo Tinoco.

A relação entre criador e criatura durou pouco mais de um ano e o rompimento foi inevitável.

Nessa época a Guerreira, que tinha como marca uma Rosa vermelha, símbolo do PDT, já estava separada de Lavoisier Maia.

Foi quando ela assumiu seu sobrenome e virou Wilma de Faria.

Sem mandato, disputou o Governo do Estado em 1994 e ficou em quarto lugar.

Dois anos depois, em 1996, disputou mais uma vez a Prefeitura de Natal e mais uma vez se elegeu, se reelegendo em 2000.

Em 2002, na metade do terceiro mandato de prefeita, renunciou ao cargo contra a vontade de aliados e assessores.

Ouviu a mãe, Dona Sally, e sem comunicar a ninguém, foi à Prefeitura e renunciou.

Entregou a administração ao seu vice, Carlos Eduardo Alves, e com apenas 2% de intenção de votos nas pesquisas realizadas com vistas ao Governo do Estado, disputou a eleição e ganhou.

Derrotou o então governador-candidato à reeleição, Fernando Freire.

Sozinha e desacreditada inicialmente até por seus sábios conselheiros, foi eleita a primeira mulher governadora do Rio Grande do Norte. 

Se reelegeu em 2006 derrotando o ex-governador Garibaldi Filho.

Foi o troco da eleição de 1985, quando Garibaldi a derrotou na sua primeira disputa eleitoral.

Em 2008, no meio do segundo mandato de governadora, Wilma enfrentou uma de suas maiores batalhas.

Acusado de envolvimento num esquema de desvio de dinheiro da Secretaria de Saúde, o filho Lauro, que vislumbrava uma carreira política, foi preso.

Golpe fatal para o começo de uma virada na história política da Guerreira destemida Wilma Maria de Faria, que em 2010, depois de renunciar ao Governo, passando o cargo ao vice Iberê Ferreira de Souza, disputou e perdeu a campanha para o Senado.

Em 2012 ela inverteu papéis.

E virou vice-prefeita de Carlos Eduardo Alves, que foi seu vice duas vezes e de quem herdou a Prefeitura.

Em 2013 perdeu a mãe, Dona Sally.

Sua eterna conselheira a deixou aos 87 anos.

Em 2014, na dúvida entre disputar o Governo, a Câmara e o Senado, apostou errado e mais uma vez perdeu a eleição, ao concorrer à única vaga de senador.

Perdeu para a senadora Fátima Bezerra.

Aí veio o câncer…

E a luta da Guerreira passou a ser mais difícil.

Restava a ela uma eleição municipal.

Para fechar a trajetória com chave de ouro, tinha que disputar um mandato de vereadora.

Era a chance de voltar a se sentir vitoriosa.

No meio da campanha, viagens a São Paulo e até uma cirurgia.

Pouco tempo e pouca disposição para andar de casa em casa abraçando o povo como gostava de fazer.

Se elegeu, mas sem a quantidade de votos esperada.

Mas se elegeu.

Tomou posse, elegeu presidente da Casa, assumiu cadeira na Mesa Diretora como segunda-vice-presidente, e conquistou espaço nas comissões temáticas.

Estava terminada a batalha.

Estava encerrada a vida.

Wilma de Faria deixa escrita a história mais bonita de uma mulher que um dia sonhou, e conseguiu, trabalhar pelo povo de sua cidade e de seu estado.

Thaísa Galvão